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Análise | A Plague Tales Requiem

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A Plague Tales Requiem é uma sequência direta de A Plague Tales Innocence, lançado em 2019. Nessa continuação controlamos Amicia, uma jovem mulher que precisa encontrar uma maneira definitiva de curar o seu irmão, Hugo, da peste bubônica. No game, a doença atraía ratos devoradores que matam quem estiver em volta. 

Hugo está cada vez mais dominado pela doença e corre sério risco de morte, caso a cura não seja encontrada a tempo. Então ele, Amicia e seus amigos partem numa jornada para encontrar a cura antes que seja tarde demais. 

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A Plague Tales Requiem traz grandes melhorias na sequência

Quem jogou o primeiro game nota imediatamente que a sequência está muito mais bonita graficamente. O jogo recebeu um orçamento maior para a sequência e a Focus Home Interactive conseguiu deixar o jogo visualmente mais bonito. Os cenários de A Plague Tales Requiem são ricos em detalhes, como a cidade repleta de moradores interagindo entre si, ambientes únicos que causam desconforto pela presença de corpos em decomposição e rastro de sangue e efeitos de luz e sombra muito bem adaptados. A qualidade sonora não deixa nada a desejar e se encaixa perfeitamente nos cenários e clima que os jogadores estão enfrentando. 

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A Plague Tales Requiem explora vários ambientes fechados e abertos, todos repletos de elementos, evidenciando o carinho que o estúdio despendeu ao fazer a sequência. Certamente o jogador vai querer pausar o jogo em vários momentos para capturar as paisagens. E por falar nisso, o jogo possui o modo Photo, permitindo editar e aplicar efeitos.

Hugo e Amicia estão mais experientes na sequência

Hugo e Amicia estão mais experientes nos combates após o ocorrido na primeira jornada. Amicia volta com sua atiradeira e na aventura vai aprendendo alquimia, podendo lançar pedra com fogo para acender locais escuros e afastar os ratos, névoa para apagar fogo da tocha dos inimigos, combustível para aumentar o local de fogo e fertilizante para atrair os ratos. 

No jogo será preciso encontrar maneiras de avançar nos cenários e técnicas certas para derrotar os adversários. Cada inimigo tem seu ponto fraco, como os ratos que fogem do fogo, arqueiros que não têm proteção e podem ser nocauteados com pedra, ou adversários com armaduras tornando necessário o uso da balestra. 

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Hugo consegue ter um controle melhor dos ratos e de suas habilidades. Ele consegue identificar os inimigos através da onda sonora e controlar os ratos para atacar os adversários. O controle de suas habilidades consome uma quantidade considerável da barra de vida e, caso chegue ao final, ele morre. 

Durante a jornada, vamos coletar materiais que podem ser utilizados para criar mais itens e aumentar as habilidades, causando mais danos nos adversários. Também encontramos personagens que vão ajudar em momentos importantes. A Plague Tales Requiem traz muitos elementos de The Last of Us. É fácil perceber a inspiração.

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A Plague Tales Requiem apresenta alguns probleminhas que precisam de correção

A Plague Tales Requiem apresenta alguns problemas que podem ser facilmente corrigidos através de atualizações. Por trazer mais elementos no cenários e os ratos ganharem mais proporções, em vários momentos o game sofre com quedas de frame rates e com isso apresenta uma pequena lentidão. Outro ponto que incomodou foram alguns bugs com os adversários atravessando cenários. Acreditamos que a Focus esteja trabalhando nessas correções. São pequenos problemas que não atrapalham a jornada, apenas incomoda na imersão. 

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A Plague Tales Requiem traz recursos especiais através do Dualsense

O game chegará ao Game Pass no Day One para os donos de Xbox e a empresa criou um recurso especial para os donos de Playstation 5. O jogo usa os gatilhos adaptáveis do Dualsense e o jogador sente a pressão da Amicia segurando a Balestra e atiradeira girando a pedra para arremessar nos inimigos. O Dualsense a cada jogo vem se mostrando um recurso muito interessante. 

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Vale a pena jogar? 

Sim, com certeza vale a pena jogar A Plague Tales Requiem. O game evoluiu em tudo que o primeiro jogo apresentou, a jornada é divertida, os puzzles e desafios são envolventes e o tempo passa sem percebermos. O game ainda conta com legenda em português e traz desafios extras que vão fazer o jogador querer voltar para esse mundo. A Focus conseguiu aprimorar sua obra prima e entregar uma jornada repleta de emoção!

A plague Tales nota
Esta Análise foi feita com uma cópia cedida gentilmente pela Focus Home Interactive

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