Análise | Assassin’s Creed Valhalla: Dawn of Ragnarok

Assassin’s Creed Valhalla: Dawn of Ragnarok

Dawn of Ragnarok é a nova DLC de Assassin`s Creed Valhalla, onde voltamos a controlar Eivor nas terras nórdicas, mas não exatamente como no jogo base, já que nesta DLC a parte mística e de mitologia é mais explorada, tanto é que controlamos Odin, na pele de Eivor acompanhando os eventos do Ragnarok, cujo qual vemos os desdobramentos no decorrer da narrativa da DLC.

E justamente por nessa nova expansão se passar em lugares que não a terra, podemos ver e até enfrentar seres místicos, como os gigantes de gelos por exemplo, algo que traz uma nova abordagem para o game, já que paramos de enfrentar outros guerreiros, para lutar contra gigantes em batalhas épicas.

História

O enredo da DLC gira em torno da ida de Odin a Svartalfheim, em busca de seu Baldr, seu filho, que foi sequestrado por Surtr, o grande rei de Muspelheim. Durante o começo da campanha vemos que Surtr está dominando Svartalfheim, que na mitologia nórdica é o reino dos Anões. E de principio Odin vai até o local apenas preocupado em salvar seu filho, mas com alguns acontecimentos ele percebe que Surtr tem outros planos para Svartalfheim, eventos esses que podem dar inicio ao Ragnarok, conhecido por ser a queda dos Deuses nórdicos na mitologia.

A História é com certeza a maior de todas as DLCs já lançadas de Assasins Creed , pois ela dura em média 35 horas, sendo que esse número pode ser maior ainda se você for atrás dos colecionáveis e troféus.

Jogabilidade e Novos Equipamentos

A jogabilidade segue o padrão do jogo base, com a mudança que em Dawn of Ragnarok novas habilidades especiais foram incrementadas, as chamadas aptidões, o que faz com que o jogador precise se adequar a jogar com as novas habilidades, caso queira utiliza-las, mas devo adiantar que não é nada difícil se acostumar.

Mas a grande novidade fica para o equipamento chamado “Extrai-Hugr”, um bracelete que é dado a Odin pelos Anões na sua chegada, e esse equipamento possibilita que Odin absorva determinadas habilidades de inimigos caídos e possa usar lá a para facilitar a sua aventura.

E o “Extrai-Hugr” é dividido em cinco “categorias de poderes”, que são:

Poder de Muspelheim: Permite o jogador a andar pela lava e se disfarçar entre os soldados.

Poder de Jotunheim: Permite disparar flechas que teletransportam Odin para locais específicos, fazendo assim com que o jogador chegue mais rápido a seus inimigos.

Poder do Inverno: O poder possibilita que o jogador congele inimigos e aumente o dano

Poder do Corvo: Permite que Odin se transforme em um corvo e voe por aí, facilitando e muito a locomoção pelo mapa.

Poder do Renascimento: Transforma soldados caídos em seus aliados.

Todos esses poderes podem ser administrados a partir de uma nova aba presente no menu, onde o jogador pode mudar de uma para outra rapidamente.

Mas na parte de equipamentos novos, a DLC traz bastante conteúdo já que existem diversas novas armas para serem usadas, seja elas um arco ou um lança flamejante, e isso faz a diferença na gameplay, pois com equipamentos melhores a experiência de enfrentar os inimigos, além de ser satisfatória é desafiadora em um nível bom.

Isso sem contar na ave e montaria novas que existem que mesmo que sejam somente cosméticos chamam a atenção pelo nível de detalhe, e com certeza contribuem para deixar a DLC ainda mais interresante.

Na questão de dificuldade, ela pode ser desafiadora para aqueles que não estão acostumados com jogos onde chefões são apelativos, e qualquer erro na esquiva pode definir a morte, pois os chefes do game tem um nível de dificuldade eu diria que média, nada além do que é visto no game base com animais lendários e os bosses normais do game. Mas vale lembrar que aqui, você enfrentará criaturas mitológicas, então algumas podem te dar um certo nível de trabalho.

Mapa e Ambientação

Dawn of Ragnarok tem o maior e mais ambicioso mapa de uma DLC da franquia, e traz uma mapa totalmente novo para se explorar, fazer missões e buscar colecionáveis, tudo isso enquanto admira as belas paisagens que podem ser observadas pelo mundo aberto.

E assim como no jogo Base, temos pontos de interesses que ao se aproximar se revelam ser alguma atividade para se realizar, e pela a experiência de alguém que já platinou o game eu posso fazer, é satisfatória coletar cada um desses pontos de interesse, para assim limpar o mapa e até facilitar para conseguir os troféus.

E na parte de dar vida ao game, no seu mundo aberto a DLC brilha pois existem lugares onde podemos nos aprofundar ainda mais na história conversando com NPCs, que contam um pouco mais das histórias da região e até contos sobre o Ragnarok e os Deuses. Isso ajuda a criar um imersão ainda mais para o jogador, que acaba mergulhando ainda mais no mundo e na atmosfera do game, tornando a DLC ainda mais interessante de seu explorar e conhecer mais.

E além disso o nível de detalhes é surpreendente, me lembro de ficar durante 5 minutos admirando um dos pontos de observação do game, aqueles que são usados como viagem rápida, e fiquei parado por esse tempo todo, só vendo a paisagem, que assim como o jogo base é belíssimo, e neste ponto de mundo aberto não podemos reclamar em nada da Ubisoft, pois todos os jogos dela trazem um mundo aberto fantástico.

Então em questão de Mapa e Ambientação, Dawn of Ragnarok é primoroso e consegue nos transportar para o mundo do jogo.

Conclusão

Assassin`s Creed Valhalla: Dawn of Ragnarok consegue entregar a maior e melhor DLC de Assassin`s Creed Valhalla, e é obrigatório para quem já curtiu a história e enredo de Assassin`s Creed Valhalla, a DLC conta com uma história fascinante e personagens cativantes. E acima de tudo todos os elementos de um assasins creed de respeito.

“A maior e melhor DLC de Assassin`s Creed Valhalla já lançada”

Análise foi feita com uma cópia cedida gentilmente pela Ubisoft Brasil 

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