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Análise | Horizon Forbidden West: Burning Shores

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Burning Shores é uma bela adição a franquia

Após o lançamento de Horizon Forbidden West no começo do ano passado, os fãs aguardavam ansiosamente para ver o que viria a seguir dentro do universo de Horizon dominado por máquinas. Então, foi anunciada a DLC de história Burning Shores, que continuava o enredo de Forbidden West exatamente após o final do jogo base.

Assim como seu antecessor, Horizon Zero Dawn, que ganhou a DLC “The Frozen Wilds” muito elogiada por ampliar ainda mais a história e adicionar elementos novos a esse universo, aqui em Burning Shores isso também acontece. Ela não é somente uma DLC para colocar mais conteúdo dentro do jogo, mas sim uma expansão que acrescenta coisas novas e pavimenta o caminho para um possível Horizon 3.

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Análise | Horizon Forbidden West: Burning Shores 7

Enredo e mais Máquinas

Bom, em relação ao enredo, Burning Shores se passa logo após o final de Forbidden West. Aloy está buscando meios de combater o mal que assombra o mundo, como visto ao final do jogo base. Com isso, ela recebe informações de que em Los Angeles encontrará pistas sobre como deter esse mal iminente. Então, Aloy parte em busca dessas pistas. Qualquer coisa além disso é spoiler. No entanto, a narrativa é primorosa, com um ritmo agradável (demorando de 6 a 10 horas para ser concluída) e um final que cria uma profundidade ainda maior para esse universo.

E, como o jogo não se passa em São Francisco, como Forbidden West, aqui temos um novo mapa, onde as paisagens são ainda mais fascinantes. Por exemplo, durante a minha jogatina explorando as praias, pude perceber que o mar e a areia do jogo estão ainda mais bonitos, algo impensável já que Forbidden West já trazia um gráfico impressionante. Em termos de escopo, o mapa de Los Angeles é aproximadamente 2/4 do que é o mapa principal do jogo (São Francisco), trazendo novas missões principais e secundárias, assim como novas máquinas, vilas inimigas e muito conteúdo.

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Análise | Horizon Forbidden West: Burning Shores 8

Combate e estratégias de luta

No que diz respeito à parte de combate, não tive dificuldade, mas isso se deve ao fato de já estar familiarizado com o sistema de combate do jogo, uma vez que o joguei pela primeira vez este ano assim que entrou no catálogo da PSN Extra. Porém, para aqueles que jogaram no lançamento, pode demorar alguns minutos para retomar o ritmo dos combates, mas nada que em pouco tempo não seja reaprendido.

Outro aspecto que pode dificultar é que, como as armas permanecem as mesmas, caso você tenha platinado o jogo, assim como eu, ou seja, chegado ao nível 50 e pego as armas mais poderosas do jogo, a DLC parecerá estar no modo fácil, encontrando algum tipo de desafio somente no chefe final.

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Análise | Horizon Forbidden West: Burning Shores 9

Novas mecânicas e novas máquinas em Burning Shores

Burning Shores traz, além de novas máquinas, novas mecânicas de gameplay. A mais notória delas são os cristais explosivos que auxiliam no combate contra os inimigos, uma vez que, ao serem acertados por flechas, explodem e causam imenso dano às máquinas.

No que se refere às máquinas, temos duas grandes adições: o voador Stingspawn, que permite que Aloy monte nele e voe pelos ares do mapa, bem como mergulhe nos mares com seu mergulho estiloso de ponta; e o Bilegut, uma máquina em formato de sapo que, durante as lutas, lança ácido e se esquiva dando altos saltos pelo mapa. Além disso, uma poderosa arma também foi adicionada ao jogo, visando equilibrá-lo. Sobre essa arma, é melhor deixar para quem for jogar descobrir, mas garanto que ela traz uma gameplay extremamente divertida.

Com todas essas adições ao jogo, é claro que a árvore de habilidades também receberia novos pontos para serem gastos. Eles ajudam o jogador a progredir dentro da DLC e ter novas habilidades para usar.

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Análise | Horizon Forbidden West: Burning Shores 10

Gráficos e Ambientação

Em termos gráficos, Burning Shores é impecável, assim como Forbidden West também o foi, trazendo paisagens nas quais muitas vezes me vi parado apenas apreciando a vista, seja de montanhas gigantescas ou de praias paradisíacas.

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Análise | Horizon Forbidden West: Burning Shores 11

Neste quesito, o jogo tem que ser referência, pois traz um gráfico realmente digno da nova geração, com destaque para a água e areia desse jogo que são o ambiente de praia mais bonito que já vi nos jogos. E isso só é aprimorado pela ambientação de Los Angeles, que com seus arranha-céus destruídos, forma um espetáculo à parte.

E claro, tudo isso contribui para a experiência do jogador se tornar ainda mais satisfatória, principalmente ao explorar o mundo aberto.

Vale a pena jogar Burning Shores?

Horizon Forbidden West: Burning Shores é, sem dúvida, uma boa adição ao universo de Horizon, trazendo uma breve continuação da história do jogo original e, ao mesmo tempo, pavimentando o terreno para uma possível sequência.

Portanto, para aqueles que gostaram de Horizon Forbidden West, esta DLC é uma ótima pedida, trazendo tudo aquilo que está presente no jogo base, mas com algumas melhorias.

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Esta Análise foi feita com uma cópia de Horizon Forbidden West: Burning Shores cedida gentilmente pela Playstation Brasil

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