Análise | The Witcher 3: Next Gen

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The Witcher 3 foi lançado há 7 anos atrás e até a presente data, a obra ainda é bastante comentada e jogada em todas as plataformas. O game que recebeu 260 (duzentos e sessenta) troféus de jogo do ano e ganhou em 2015 o prêmio de Game of The Year, tornou-se um dos games mais influentes na categoria RPG da geração de consoles passada.

Dito isso, o game desde seu lançamento, já encantava todos que o jogavam, tendo em vista a narrativa impecável, personagens riquíssimos e complexos que se destacam durante a campanha, mecânicas de combate totalmente complexas com uso de poções, espadas de aço e ferro, bestas, sinais (magias para os leigos), óleos específicos para cada tipo de feras e muito mais. Considerando tudo isso, adicione ainda mapas totalmente gigantes para serem explorados, grandes quantidades de npcs nas cidades e para os fãs de carteado, temos o famoso Gwent, mas isso será objeto de especial futuramente.

Todos esses elementos são apenas uma descrição rasa e básica dessa obra prima, visto que, a experiência pessoal da pessoa ao jogar The Witcher 3 pela primeira vez ou rejogar o game, é algo bastante especial digamos assim, visto que, por mais que seja apenas um game, esse jogo, bem como outros amados pelos fãs, eles acabam marcando momentos na história da pessoa que o jogou e ao rejogar The Witcher 3, surgiu aquela boa e nostálgica lembrança da época de lançamento do game.

Nesse sentido, ao rejogar o game na nova geração de consoles (PS5), confesso que num primeiro momento não me veio o vislumbre que a desenvolvedora prometia, a movimentação em minha concepção achei que seria um pouco melhorada, a câmera achei que seria mais no estilo God of War e outras coisas que a priori não havia reparado.

Todavia, rejogando o game desde o inicio (não transferi save nenhum), fui reaprendendo alguns comandos que havia esquecido e conforme fui avançando na história, passando de vilarejo à vilarejo, cidade em cidade, dos pântanos até as florestas sombrias, fui reparando que as impressões iniciais que tive desse Update, estavam equivocadas e ainda bem que tive essas impressões iniciais, pois, ao perceber que de fato The Witcher 3 está aperfeiçoado, a vontade de jogá-lo e fazer todas as missões e até uma possível platina (loucura?) foi despertada, algo que pelo o que me lembre há 7 anos atrás, não havia tanta essa vontade de jogar e certamente isso se deve em virtude de 3 motivos que serão os pontos primordiais dessa análise para chegarmos a conclusão se vale ou não a pena jogar, vejamos a seguir.

CAMPANHA INALTERADA

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Jogo: The Witcher 3: Next Gen – PS5/ Leonardo Cardoso

A campanha manteve-se inalterada, seguindo a mesma história do Bruxo da escola do lobo, Geralt de Rívia, enfrentando monstros, animais e humanos pela busca de sua filha adotiva, Cirilla, descendente do sangue ancestral de Laura Dohen. Geralt, conhecido como lobo branco ou apenas Bruxo, conta com ajuda de seus aliados, Triss Merigold, Djikstra, Vernon Roche, Vesemir, Lambert, Dandellion e outros que vão lhe ajudando a encontrar pistas do paradeiro de Ciri. Tudo isso, enquanto o Bruxo, corre contra o tempo e contra a caçada selvagem que está buscando a portadora do sangue ancestral para usá-lo para planos malignos.

MODO DESEMPENHO DE THE WITCHER 3

Jogo: The Witcher 3: Next Gen - PS5/ Leonardo Cardoso
Jogo: The Witcher 3: Next Gen – PS5/ Leonardo Cardoso

Esse novo update ou Versão Next Gen, ela trouxe aos consoles de nova geração duas opções de melhorias gráficas, a primeira é o modo desempenho que trava o jogo a 60fps e isso deixa o game muito mais bonito, detalhado e polido. Enquanto a outra opção, ray tracing, ela cria iluminação realista em mundos que dão outros ares de aparência em ambientes fechados ou quando o jogador está passando por ambientações de tirar o fôlego, porém, durante o modo Ray Tracing, o jogo fica rodando travado a 30fps, logo, vai da preferência de cada jogador.

Essas melhorias gráficas, chegaram certamente para fazer o jogador ficar um tempo parada apreciando a paisagem e isso foi um grande acerto da CD Projekt Red.

Essas melhorias gráficas inimigas elas oriundam da comunidade gamer que ao longo dos anos foram desenvolvendo mods que proporcionassem melhorias significativas ao game, e diante desse grande sucesso, a desenvolvedora resolveu trazer para a edição definitiva.

Para aqueles que estão curiosos para saber como escolher ou alternar entre os tipos de desempenho, basta entrar no game e na tela principal, nas configurações estará a opção de modo desempenho.

MELHORIAS DE THE WITCHER 3

Com essa nova versão para os consoles da nova geração, o game trouxe diversas melhorias e modificações, algumas interessantes e outras nem tantas e dentre essas a que mais está sendo comentada é que o Carpeado agora pode dar coice nos inimigos que estão querendo atacar Geralt e outra modificação do game, foi no estilo de combate, tanto nas falas de combate, bem como nas posturas.

Geralt, agora levanta a espada em estilos diferentes e isso remete muito ao estilo de Henry Cavill na série e também ao estilo de posturas da escola medieval de Hema Fiori, no qual, Geralt apoia a espada sob seu ante braço, dependendo do nível de ameaça que o inimigo oferece.

Para uma rápida ilustração confira uma gravura da escola medieval Hema Fiori e Geralt durante um combate contra cachorros selvagens no game.

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Jogo: The Witcher 3: Next Gen – PS5/ Leonardo Cardoso

Outro ponto que deve ser mencionado, é sobre o modo foto, esse novo modo ele não é explicado diretamente no game e tampouco o jogador recebe dicas de como fazer, mas, para selecionar esse modo, basta o jogador pressionar R3+L3 e estará no novo modo foto.

Todavia, esse modo foto está um pouco limitado com poucas opções, mas, tendo em vista a inovação que o game trouxe, isso já é uma grande conquista para os fãs de capturas de games.

Os carregamentos que antes eram longos e chatos, agora estão super rápidos e isso se deve ao poder da nova geração, otimizando ainda mais o tempo de gameplay.

THE WITCHER 3 – VALE A PENA?

The Witcher 3: Next Gen traz tudo o que o game em sua versão completa de 2015 até o lançamento de suas Dlc’s oferece, mas com requintes de nova geração, com gráficos melhorados, novas missões secundárias paralelas, nas quais, os jogadores terão que ir desbravando o mapa para descobrirem os contratos.

Jogar The Witcher 3, na antiga ou na nova geração é quase como título obrigatório para aqueles que são fãs de jogos medievais, monstros, investigação e bruxarias.

Por fim, a história base dura em torno das 50 horas, se você rushar para finalizar a campanha principal, mas se preferir explorar, fazer os contratos de bruxo e missões secundárias, o game passa essa estimativa fácil.

Em suma, o upgrade gratuito está disponível gratuitamente para todos os consoles da nova geração e certamente é uma boa pedida para aqueles que nunca jogaram e querem descobrir se o game é tudo que tanto falam, e se algum conselho vale a pena a ser seguido, é que o game merece e muito ser jogado por toda sua maestria e refinamento atual da nova geração.

The witcher nota final

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