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Black Mirror | Ainda não viu Bandersnatch? Reunimos o que você precisa saber!

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Black Mirror: Bandersnatch chegou na Netflix ontem (28) e as pessoas já estão falando muito do filme. O longa trouxe uma ideia já antiga, muito presente como um entretenimento simplificado mas criativo já visto em alguns filmes feitos por usuários do YouTube e até mesmo o clássico “Você Decide” da Globo. Acontece que, por mais comum que a ideia tenha sido em programas anteriores, é incontestável dizer que o filme interativo não é uma revolução categórica que pode criar uma nova ala de produções nas plataformas de streaming, sendo a Netflix uma das (se não a) pioneiras no projeto para as plataformas de transmissão de filmes por assinatura.

Bandersnatch conta a história de um jovem programador traumatizado por acontecimentos da sua infância. Em uma luta para criar uma adaptação de um livro para um game, o garoto se vê em problemas quando percebe que está sendo motivado a agir de certa maneira por uma força exterior, ou melhor, você.

Logo nos primeiros minutos do filme você recebe duas opções de escolha para dar andamento na história, assim como no jogo. No decorrer do longa, as escolhas vão se tornando mais frequentes, traçando as direções que o seu personagem e a narrativa tomam.

Diversas opções

O filme lembra bastante jogos de narrativa interativa como Detroit: Become Human, Heavy Rain e outros da Quantic Dream, entretanto, com escolhas bem mais limitadas.

Se isso te decepciona um pouco, fique tranquilo. São aproximadamente cinco horas de filme gravadas, cada sessão de “jogatina” e escolhas te garante um final em até 90 minutos, sendo cinco finais no total.

A Netflix garantiu que, devido as várias bifurcações e escolhas mais simples, é possível criar muitas, mas muitas variações cinematográficas.

Pode não funcionar no seu aparelho

Você pode ter tentado acessar sua plataforma de filmes vermelha, ter entrado ansioso para ver o novo filme e, infelizmente, recebeu uma mensagem dizendo que seu aparelho não é suportado. Pode acontecer.

Isso se deve ao fato de que o filme interativo precisou de um software próprio, pois não seria funcional no código padrão já estabelecido pela plataforma. A adição gerou algumas limitações, ou seja, não é possível assistir em dispositivos como Chromecast, Apple TV e outros conjuntos semelhantes e dispositivos mais antigos. No entanto, se você é dono de tablet, smartphone, Android e iOS, computadores, consoles e/ou smart TVs mais recentes, fique tranquilo, é funcional. 

A complexidade do software também é perceptível nas ferramentas de retroceder e avançar durante o filme: se você acha que poderá voltar e mudar sua escolha, sinto muito. Nesta produção você só pode voltar e avançar por 10 segundos cada, sempre travando logo depois de fazer uma escolha. Para mudar algo, é necessário “resetar” sua experiência e começar do início.

Publicado em 29 de dezembro de 2018 às 22:30h.
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