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Crítica | Godzilla II: Rei dos Monstros

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O filme Godzilla II: Rei dos Monstros, dirigido por Michael Dougherty, vai estrear nessa quinta-feira, 30, dando continuidade ao primeiro, lançado em 2014.


A história se passa cinco anos após os acontecimentos do filme anterior e gira em torno da família Russell. Tudo começa com a agência de cripto-zoológico, Monarch, sendo atacada por um grupo de terroristas que querem trazer o equilíbrio à Terra. Eles levam a Dr. Emma Russell (Vera Farmiga) e a sua filha Madison Russell (Millie Bobby Brown – a Eleven de Stranger Things, agora um pouco mais crescida) para ajudar a despertar as criaturas.


A Dr. Emma é a única capaz de ativar a máquina sonora que pode acordar as criaturas do sono profundo. Godzilla sente essa ameaça com o possível despertar do seu maior inimigo, Ghidorah – com três cabeças, o rei dos monstros, então parte para o confronto.


O filme tem um visual incrível, de deixar o queixo caído, principalmente as cenas de luta dos monstros. As batalhas são brutais e empolgantes, causam impactos nas cidades, deixam as pessoas ao redor apavoradas e o filme consegue transmitir essa sensação de pânico. A trilha sonora também não decepciona e auxilia bem no aumento da tensão.


Godzilla II: Rei dos Monstros é um filme extremamente explosivo com um “drama humano” pouco relevante, que serve apenas como pano de fundo para as batalhas dos monstros. E nessa parte não decepciona nem um pouco. São cenas que enchem os olhos e que valem muito a pena assistir no cinema. Godzilla volta para os cinemas para deixar claro que ele ainda é o rei dos monstros!

Publicado em 29 de maio de 2019 às 15:40h.
2019-05-29 15:40:32