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Crítica | John Wick 3: Parabellum

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John Wick 3: Parabellum começa exatamente do ponto final do segundo filme, onde o personagem infringiu as regras dos assassinos, foi expulso e teve a sua cabeça colocada em jogo pelo valor de 14 milhões de dólares. Todos os assassinos vão caçá-lo e nenhum lugar é seguro.                       
O terceiro filme eleva o nível de pancadaria e tiroteios de uma forma nunca vista antes no cinema. As coreografias foram muito bem trabalhadas pelo diretor Chad Stahelski, que tem pouca experiência em direção, mas possui um currículo extenso como dublê, focado principalmente em cenas de combates. As cenas são impressionantes e bem executadas, deixando os espectadores de queixo caído.

John (Keanu Reeves) usa qualquer objeto do cenário para acabar com o seu adversário, mostrando-se uma máquina de matar difícil de ser eliminada. O enredo consegue amarrar várias pontas que foram abertas do segundo longa-metragem e abrindo novas para uma possível sequência. Por isso é muito importante ter assistido aos filmes anteriores para não ficar perdido na história, pois o roteiro não se prende em voltar para explicar o ocorrido.

John Wick 3: Parabellum, mesmo com suas limitações orçamentárias, se mostra um filme de ação de altíssima qualidade, fugindo de efeitos especiais em animações e explosões que têm saturado os filmes de ação. A simplicidade nos diálogos misturada com as cenas de combate contribui para que John Wick seja uma das melhores franquias de ação da atualidade. O terceiro filme sem dúvida eleva o nível da franquia e nos faz considerar John Wick 3: Parabellum o melhor filme de ação do ano.

Publicado em 15 de maio de 2019 às 17:56h.
2019-05-15 17:56:35