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Crítica | Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2

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Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 chega aos cinemas nesta quinta-feira (27). A sequência traz de volta os cãezinhos Max (Danton Mello) e seu amigo Duke (Tiago Abravanel), cujas vidas são transformadas após a sua dona Katie (Sylvia Salusti Ozônio) se casar e ter um filho chamado Liam.

Max sofre no início com medo das mudanças e de que o Liam possa machucá-lo. Contudo o menino demonstra um carinho tão grande para com os cães, que faz Max mudar de opinião e desenvolver um senso de proteção exagerado e lhe causando estresse.

Os cãezinhos descobrem que vão viajar e nessa viagem Max vai aprender como se tornar corajoso, menos controlador e saber como aproveitar a vida na companhia do cão chamado Galo.


Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2, diferentemente do primeiro onde todos os animais estão unidos em uma história, é dividido em três aventuras individuais que se cruzam e se encaixam no final: Max conhecendo a vida fora do apartamento e descobrindo o que é viver e se arriscar e saber aproveitar os bons momentos; a cadelinha Gigi (Tatá Werneck) que vai se arriscar no apartamento do inimigo para cumprir a promessa feita ao Max, protegendo o brinquedo mais precioso do amigo; e o último, Bola de Neve, (Luis Miranda) um coelho que acredita que é super-herói e parte para uma missão de resgate de um tigre escravizado em um circo controlado por um vilão.


O filme tem o enredo um pouco confuso no começo, mas que vai se desenvolvendo e se encaixando de uma forma interessante nas partes finais. A animação é um show à parte, com cores ricas, efeitos legais e piadas que fazem adultos e crianças caírem na gargalhada.


Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 não tem o mesmo impacto que o primeiro filme, mas consegue agradar ao público que estava torcendo pela sequência. É um ótimo filme para assistir com a família e rir bastante da turma do Max.

Publicado em 27 de junho de 2019 às 07:11h.
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