Se você já sentiu falta dos tempos em que o videogame fazia a sala parecer uma pista de dança, pode se animar: o Nex Playground chegou para reviver esse espírito. O console, que chamou atenção no fim de 2025 nos Estados Unidos, aposta em uma jogabilidade que envolve o corpo todo, em uma proposta que lembra o saudoso Kinect, mas com um toque moderno e, digamos, mais pé no chão.
Diversão em família no lugar de gráficos ultra realistas
A Nex, empresa por trás do console, percebeu uma lacuna no mercado e decidiu preenchê-la com uma ideia simples: jogos acessíveis e voltados para todas as idades. Nada de gráficos ultra realistas ou grandes produções cinematográficas. O foco aqui é transformar o sofá da sala em arquibancada para jogos como Peppa Pig, Barbie Dance Party e Bluey, todos controlados por movimentos corporais.
Parece com o Wii? Sim. Mas com uma diferença importante: o Nex Playground funciona por meio de um sistema de assinatura. Por uma mensalidade, o jogador tem acesso imediato a 30 jogos, e a empresa promete lançar novos títulos com frequência. Segundo os criadores, esse modelo garante liberdade criativa e reduz a pressão por vendas individuais, uma lição aprendida com o declínio da Nintendo Wii, segundo o próprio diretor da Nex.
Preço acessível e sucesso na Black Friday

Outro trunfo do Nex Playground é o preço. Custando US$ 250, o console se destaca por ser significativamente mais barato que rivais como PS5, Xbox Series X e o novo Nintendo Switch 2. A combinação de custo-benefício, proposta divertida e apelo familiar fez com que o Nex superasse as vendas do Xbox durante a Black Friday, um feito que ninguém esperava de um “console em forma de cubo”.
Apesar de ainda não competir em números totais com os gigantes da indústria, o Nex mostrou que há público para experiências diferentes. E, pelo visto, as famílias estão cada vez mais dispostas a experimentar.
Brasil no radar da Nex Playground
Depois do sucesso nos Estados Unidos, a empresa confirmou que planeja levar o console para outros países — e o Brasil pode estar entre os primeiros da fila. Se os planos se concretizarem, em breve as salas brasileiras poderão virar pistas de dança, ringues de boxe imaginários ou qualquer outra maluquice divertida que o Nex Playground proporcione.






