O shadowdrop de The Elder Scrolls IV: Oblivion remastered pegou o mundo dos games de surpresa na tarde do último dia 22, já que apesar dos vazamentos recentes indicando que o game não apenas era real como também poderia ser lançado a qualquer momento, poucos acreditavam que o título estaria disponível logo após a transmissão especial realizada pela Bethesda e o Xbox.
No entanto, uma coisa chamou a atenção dos jogadores: apesar dos novos gráficos belíssimos proporcionados pela poderosa Unreal Engine 5, o game recebeu o status de um remaster, e não de um remake. A decisão da Bethesda colocou um grande ponto de interrogação em muitos fãs, já que o trabalho da Virtuos, a responsável pelo projeto, foi digno de um remake completo.
Mas afinal, por que Oblivion é um remaster? A resposta para essa pergunta é mais simples do que parece!
The Elders Scrolls IV: Oblivion Remastered funde o clássico com a modernidade

A remasterização de The Elders Scrolls IV: Oblivion, lançado ontem (22/04), é inegavelmente linda e de altíssima qualidade, já que o game faz uso da poderosíssima Unreal Engine 5 para renderizar as novas texturas e iluminação, além de claro, várias melhorias de qualidade de vida. A Virtuos realmente fez um excelente trabalho em capturar o feeling do game original, porém, tem muito mais por baixo do capô do que apenas gráficos bonitos.
Segundo os próprios desenvolvedores, apesar do gráficos e iluminação do game ter sido totalmente retrabalhada na Unreal 5, toda a parte lógica do game como scripts, física e os demais aspectos que fazem um game funcionar além dos gráficos, ainda faz uso do código original do game na Creation Engine. Essencialmente, a remasterização de Oblivion utiliza as 2 engines em simultâneo, fazendo uso da Creation Engine para executar o código do game original com algumas melhores enquanto a Unreal apenas renderiza os novos gráficos, uma técnica semelhante a usada pela Koei Tecmo em Ninja Gaiden 2 Black.
Segundo a própria Bethesda em uma carta aberta aos fãs compartilha em suas redes sociais, manter o jogo original intacto era o seu objetivo desde o início, dando apenas uma nova roupagem fazendo uso das tecnologias atuais, justificando a decisão de categorizar o novo game como uma remasterização e não como um remake.
Com isso podemos concluir que: sim, Oblivion é uma remasterização e não um remake, já que apesar dos novos gráficos, o jogo original é a base do game, fazendo uso do código original e não de um novo código fonte criado do 0.
Graças a essa decisão acertada da Bethesda, fãs da franquia do mundo inteiro estão tendo a oportunidade de experiênciar novamente o seu game favorito sem a necessidade de abrir mão do que tornava o jogo original único, seja pelo feeling único que apenas os games da Bethesda conseguem transmitir e até mesmo pelos bugs engraçados do game original que vieram ”de brinde” para a remasterização, que honestamente, dão um charme especial para o game.

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The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered já está disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC.






