Predador: Terras Selvagens estreou em diversos países, incluindo o Brasil, e já provou a que veio. Com uma arrecadação impressionante de US$ 80 milhões em sua primeira semana, o longa estabeleceu um novo recorde como a maior estreia da história da franquia nos cinemas.
Dirigido por Dan Trachtenberg, que ganhou destaque ao revitalizar o universo do Predador com uma abordagem mais autoral e cinematográfica, o novo capítulo da franquia superou com ampla vantagem os números de lançamentos anteriores.
Até então, o topo do ranking pertencia a Alien vs. Predador (2004), que estreou com US$ 38 milhões. Logo atrás vinham Predadores (2010), com US$ 24,7 milhões, e O Predador (2018), que arrecadou US$ 24 milhões no fim de semana de estreia. Todos esses números, vale lembrar, não foram ajustados pela inflação.
Uma virada na narrativa
A trama de Terras Selvagens também aposta em uma nova direção. Em vez de seguir a fórmula clássica do alienígena caçando humanos, o roteiro se aprofunda em conflitos internos da própria espécie Yautja. No centro da história está um jovem predador renegado, exilado por seu clã e agora alvo de uma caçada brutal.

Ao lado de Thia (vivida por Elle Fanning), uma criatura tão habilidosa quanto improvável, ele embarca em uma jornada de sobrevivência em um planeta selvagem e hostil. A parceria entre os dois não apenas muda a dinâmica da franquia como também promete entregar uma história sobre redenção, honra e resistência.
Trachtenberg mantém o alto nível
Após o sucesso de A Caçada (2022), lançado diretamente no streaming, Trachtenberg volta aos cinemas com um projeto mais ambicioso e visualmente imersivo. A boa recepção nas bilheteiras mostra que o público comprou a nova proposta, que mistura ação intensa, drama e um mundo alienígena repleto de perigos e personagens complexos.






