Os fãs de My Hero Academia tem aguardado por muito tempo um game que finalmente faça jus a história empolgante e batalhas épicas da obra do mangaká Kōhei Korikoshi, e finalmente esse desejo pode estar bem perto de se realizar. Chegando no dia 6 de fevereiro para PS5, Xbox Series X|S e PC, My Hero Academia: All’s Justice foi anunciado pela Bandai Namco com uma proposta bem simples e ousada: ser o jogo definitivo da série.
Aumentando ainda mais as expectativas para o tão aguardado lançamento, fui convidado pela Bandai Namco para testar o game por algumas horinhas, podendo ter um gostinho do que aguarda os fãs de Midoriya e seus amigos da classe 1-A. Após ter tido um aperitivo do modo história e ter testado alguns dos modos de jogo disponíveis no game, tenho EXCELENTES notícias para os fãs da obra que estão a flor da pele aguardando ansiosamente o dia 6 de fevereiro.
My Hero Academia: All’s Justice tem TUDO para ser o game definitivo da obra | Hands-on preview

Durante essa sessão de testes, tive acesso a 4 modos de jogo distintos, o que me permitiu ter uma boa noção do que aguarda os fãs para o game final. Além do clássico modo versus, tive acesso a alguns capítulos do modo Team-Up Mission, Hero’s Diary, e claro, um gostinho do modo de jogo mais aguardado pelos fãs, o Modo História, que será o primeiro modo abordado nesse preview.
Um espetáculo visual
Ao abrir o modo história, pude apreciar um pouquinho do arco final de My Hero Academia, tendo acesso a uma luta entre Bakugou e um dos vilões principais do último arco do anime. Caso ainda esteja acompanhando a obra e não queira spoiler de NADA, sugiro que siga para o próximo tópico desse preview, já que algumas imagens poderão estragar sua surpresa.
Logo de cara, fui surpreendido com uma LÍNDISSIMA cutscene do início da luta entre Bakugou contra All For One, demonstrando que My Hero Academia: All’s Justice bebeu muito da fonte de outros games do gênero, como os jogos de Naruto, e pretende realmente cumprir a sua promessa de não apenas ser um bom jogo de luta, mas também ser um presente para os fãs que poderão apreciar as batalhas épicas do mangá com gráficos lindíssimos e, claro, contar a história para possíveis novos fãs que venham a se interessar pela franquia através do game.

Para a minha surpresa, esses gráficos irados e o tom épico da batalha também se refletiu no gameplay quando finalmente pude controlar Bakugou e enfrentar All For One no mano a mano. Repleto de efeitos visuais de primeira, partículas para todos os lados, explosões, destruição no cenário, e principalmente, gráficos cel shading extremamente vibrantes, que representam com extrema fidelidade os traços de Korikoshi.
Essa alta qualidade também se refletiu no gameplay, já que os movimentos de Bakugou fazem um uso excelente de sua individualidade, o que é algo que já posso adiantar, se reflete a boa parte dos personagens que tive o prazer de testar. Bakugou pode utilizar suas explosões para se movimentar pela a arena de maneira mais ágil, além de disparar projéteis para atacar seus inimigos a distância, demonstrando que a Byking Inc., desenvolvedora responsável pelo game, fez sua lição de casa e estudou as capacidades de todos os personagens e transmitiu não apenas suas habilidades, mas também suas personalidades para suas mecânicas de gameplay.

As explosões de Bakugou são brutais e realmente trazem toda aquela carga de brutalidade típica do personagem, o que imediatamente me imergiu na batalha. Os golpes especiais que podem ser utilizados através da barra PLUS ULTRA são um show a parte, sendo um espetáculo visual que com toda a certeza irá deixar os fãs de My Hero Academia completamente MALUCOS.
Confesso que All For One me deu um certo trabalho mesmo após aprender os comandos de Bakugou e traçar uma estratégia para derrotá-lo, o que foi algo que honestamente me alegrou, já que isso significa que My hero Academia: All’s Justice não irá pegar leve quanto a dificuldade da CPU no modo história.

O esquema de controles e jogabilidade de My hero Academia: All’s Justice são bem simples e de fácil aprendizado, apesar de notavelmente haver uma certa complexidade para otimização de combos e movimentação pelos cenários. A build de testes também possuía a opção de utilizar combos automáticos, o que é uma mão na roda para os jogadores que não costumam se dar muito bem com jogos de luta.
Apesar de ter tido acesso a apenas uma pequena fração de tudo o que o Modo História está preparando para o jogo final, tudo o que vi me deixou realmente animado para o lançamento, com a forte promessa de ser um dos melhores jogos de anime quando o quesito é recontar os eventos da obra original.
Pude ter um vislumbre maior das mecânicas de gameplay ao jogar o modo versus, que me introduziu as mecânicas de tag, já que My hero Academia será um jogo de combates 3v3. Trazendo personagens de todos os arcos do anime, é impressionante o como a Byking realmente se empenhou em garantir que cada personagem seja extremamente único, fazendo um excelente uso de suas individualidades em seus kits de movimentos. Mesmo personagens que possuem o mesmo arquétipo possuem kits completamente únicos, refletindo suas habilidades e personalidades únicas.

Team Up Mission e Hero’s Diary
Além do Modo História e Versus, também tive acesso a dois modos de jogo alternativos que, apesar de não serem tão épicos quanto o Modo História, prometem agradar os fãs da obra tanto no que diz respeito a mecânicas de gameplay quanto por trazer seus personagens favoritos em situações inéditas.
Começando pelo modo Team Up Mission, o modo traz uma proposta um tanto quanto diferente que me surpreendeu positivamente, fazendo ainda mais uso das individualidades de cada um dos personagens. Nesse modo de jogo, podemos escolher um grupo de até 3 personagens para completar diferentes missões pela cidade.
Cada personagem pode utilizar suas individualidades para se mover pelo mapa de maneira mais rápida, como Midoriya que pode utilizar o One For All para se mover pela cidade como um certo herói aracnídeo, ou Mineta, que pode utilizar suas bolas para escalar as paredes.


As missões geralmente envolvem derrotar um grupo de bandidos, rendendo pontos de acordo com sua performance nos combates. O modo tem o potencial para se tornar um dos queridinhos dos fãs, principalmente pela liberdade de movimentação pelo mapa e utilização das individualidades em um ambiente mais aberto.
Já o modo Hero’s Diary tem como proposta trazer histórias curtas e inéditas de todos os personagens da série, sendo um complemento ao modo história e ao universo de My Hero Academia no geral. As missões que tive acesso trouxeram algumas histórias paralelas de Kirishima, Mineta e Mina Ashido, que honestamente, apesar de serem um tanto quanto curtas, são muito divertidas e trazem novas camadas de personalidades aos personagens que aparecem em cena. Caso as histórias dos demais personagens no jogo final sigam os moldes do conteúdo que tive acesso, podem ser uma excelente expansão ao universo de My Hero Academia e um dos grandes positivos do game para os fãs mais apaixonados.

Mas eaí, empolgou pro jogo final?
Apesar de curta, a sessão de testes foi o suficiente para garantir meu assento para o trem do hype de My Hero Academia: All’s Justice, já que apesar de não ser um fã assíduo da franquia, as mecânicas de combate e as LINDÍSSIMAS cutscenes foram o suficiente para me fazer criar um interesse genuíno pelo game. Bom, se eu que não acompanhei o anime até o final me empolguei com o que joguei, acho seguro dizer que os fãs estarão bem servidos para o jogo final.
Ainda é cedo para dizer se My hero Academia: All’s Justice será de fato o jogo definitivo da série, mas a ótima primeira impressão com certeza indica que o game tem um imenso potencial para alcançar esse objetivo sem maiores problemas.
Agradeço a Bandai Namco Brasil pelo convite para as sessões de preview de My Hero Academia: All’s Justice






