A Capcom já deixou claro que Resident Evil 9: Requiem não será apenas mais um jogo de sobrevivência com zumbis e armas pesadas. Previsto para fevereiro de 2026, o título quer ir além do terror tradicional e usar o próprio nome como elemento narrativo central, com impacto direto na jornada de cada personagem.
Durante a The Game Awards 2025, a empresa confirmou o retorno de Leon S. Kennedy, agora com 51 anos, revisitando Raccoon City décadas depois dos eventos que marcaram seu primeiro dia de trabalho. A revelação animou o público, mas o jogo também trará novidades importantes no elenco.
Grace entra em cena e conecta o passado ao presente
Entre os novos rostos está Grace, personagem inédita que carrega uma ligação direta com a história da franquia. Ela é filha de Alyssa Ashcroft, jornalista apresentada em Resident Evil Outbreak. A trama ganha força quando novas mortes começam a ocorrer exatamente no local onde sua mãe faleceu no passado.
Esse retorno a Raccoon City não é apenas físico, mas emocional. Para Grace, o jogo representa uma busca por respostas e, ao mesmo tempo, um confronto com uma herança marcada pela tragédia.
O peso de “Requiem” na narrativa do jogo

Em entrevista recente, o produtor Masato Kumazawa comentou sobre o significado do subtítulo Requiem e deixou claro que ele não foi escolhido por acaso. Segundo o desenvolvedor, o termo representa a forma como cada personagem lida com a perda.
“Requiem tem muitos significados. Para Grace, está ligado ao passado de sua mãe e à forma como ela tenta se reconciliar com isso. Também pode ser um réquiem para Raccoon City ou para as pessoas que viveram lá”, explicou Kumazawa.
O produtor destacou ainda que o conceito se aplica de maneira diferente a cada personagem, sugerindo que o jogo guarda camadas narrativas que só serão totalmente compreendidas durante a experiência.
Leon e um retorno marcado por memórias em Resident Evil 9
No caso de Leon, a Capcom prefere manter parte do mistério. Kumazawa comentou que o público deve observar com atenção o significado de Requiem na trajetória do personagem. A declaração abre espaço para interpretações, desde a lembrança traumática de seu início na polícia até a possibilidade de uma perda mais recente ainda não revelada.
O que fica claro é que Resident Evil 9: Requiem pretende usar o passado como combustível narrativo. Raccoon City, mais uma vez, não será apenas um cenário, mas um símbolo de tudo o que foi perdido ao longo da franquia.
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Se depender das promessas da Capcom, o próximo capítulo deve assustar, emocionar e fazer o jogador refletir, tudo ao mesmo tempo. Fonte: Gamemeca






