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Home Análises

Review | Call of Duty: Black Ops 7 (PS5)

Luiz Henrique Silva por Luiz Henrique Silva
25 de novembro de 2025
em Análises
call of duty black ops 7 review capa 1

O anuncio de Call of Duty: Black Ops 7 em junho desse ano parte da comunidade de COD de surpresa, já que pela primeira vez na história da franquia não apenas teríamos dois games da subfranquia Black Ops em sequência, mas também teríamos uma mesma desenvolvedora como líder de desenvolvimento por 2 anos seguidos.

Apesar desses dois elementos terem me deixado com um pé atrás durante a sua revelação, o fato do game ser uma continuação quase que direta de Black Ops 2 me fez olhar bem de perto todas as novidades reveladas pela Activision durante os meses que se seguiram. Com as revelações de gameplay e a chegada da beta, muitas das minhas duvidas a respeito da qualidade do game foram respondidas, me deixando honestamente muito empolgado para o retorno de David Mason como protagonista e, principalmente, o retorno do quarteto clássico do Zombies.

Após muita expectativa, finalmente Call of Duty: Black Ops 7 está entre nós, e após ter terminado a campanha, feito meu primeiro prestige e falhar miseravelmente na boss fight de Cinza dos Condenados, chegou a hora de dar o meu veredito sobre o sétimo game da subfranquia Black Ops.

Antes de iniciar o review em si, preciso deixar um pequeno disclaimer sobre o formato dessa análise: diferente do ano passado em que separei o review da campanha e dos modos multiplayer e zombies, resolvi trazer um pacotão com os 3 modos completos em uma única review, já que Black Ops 7 se apoia muito na base de gameplay de Black Ops 6.

Também utilizarei um formato um pouco diferente para dar minha nota ao final do review, avaliando separadamente cada um dos 3 modos de jogo para calcular a nota final, já que Black Ops 7 é um jogo extremamente divisivo que pode agradar MUITO o público que curte um modo de jogo específico, como o zombies por exemplo, ao mesmo tempo que pode ser uma completa decepção para quem tem como principal interesse a campanha ou o multiplayer.

Com isso em mente, vamos a análise!

Call of Duty: Black Ops 7 se apega a nostalgia e compila erros e acertos de toda a franquia Black Ops

Call of Duty: Black Ops 7
Review | Call of Duty: Black Ops 7 (PS5) 17

Desde o anúncio de Call of Duty: Black Ops 7, a Treyarch ja fazia questão de deixar bem claro qual seria o tom do COD de 2025: uma grande viagem de nostalgia por toda a saga Black Ops. O retorno de David Mason e Menendez, a estética futurista de Black Ops 3, o retorno do quarteto clássico do Zombies… Tudo gritava nostalgia, e de fato, esse foi o caminho trilhado pela Treyarch para o novo game.

Se passando em 2035, Call of Duty: Black Ops 7 nos mostra o estado do mundo após os acontecimentos de Black Ops 2, com as nações ainda se recuperando de toda a bagunça causada por Menendez em 2025. Do caos criado por Menendez, A Guilda, uma organização apresentada durante a campanha de Black Ops 6 emergiu das sombras como uma mega-corporação, que sobe liderança de Emma Kagan, se tornou uma potência em tecnologia militar, vendendo segurança para todo o mundo.

Apesar de David Mason, protagonista de Black Ops 2 (e que está retornando ao posto em BO 7) ter matado Menendez em 2025 (spoilers), o vilão ressurge em um vídeo misterioso na internet, dizendo estar vivo e com planos de retomar os planos da Cordis Die, jogando o mundo no caos completo mais uma vez. Porém, é claro que Menendez não está sozinho, já que A Guilda parece estar diretamente ligada ao retorno do vilão, com planos de utilizar uma toxina alucinógena chamada “O Berço” para ganhar o controle do mundo.

call of duty black ops 7 review 2
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Em busca de respostas sobre o retorno de Menendez e os planos de Kagan, Mason, Harper e o esquadrão JSOC partem para um dos laboratórios da Guilda em Avalon, onde precisarão enfrentar seu passado caso queiram impedir que o mundo seja mais uma vez jogado ao caos.

Nostalgia vazia

Call of Duty: Black Ops 7 traz novamente uma campanha cooperativa, algo que não dava as caras na franquia desde Black Ops 3, o que já havia ligado uma bandeira amarela para mim durante seu anúncio. E bem, infelizmente, meus medos acabaram se concretizando, e assim como em Black Ops 3, a campanha de Call of Duty: Black Ops 7 simplesmente não funciona.

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Começando pela narrativa, a campanha de Call of Duty: Black Ops 7 procura jogar no seguro, possuindo conceitos MUITO legais e que poderiam gerar uma excelente história, com potencial para se tornar tão icônica quanto Black Ops 2. Infelizmente, todo esse potencial é desperdiçado em uma narrativa fraca onde nada se desenvolve muito bem.

A narrativa de Black Ops 7 basicamente se divide em dois núcleos que se alternam durante as missões, com uma parte dela se passando em Avalon com o esquadrão JSOC vasculhando a cidade em busca de pistas sobre A Guilda, enquanto a outra parte se passa no subconsciente dos 4 membros da JSOC, que ao serem expostos ao Berço, serão obrigados a enfrentarem seu passado e seus medos, tentando levar o jogador em uma viagem de nostalgia ao replicar momentos icônicos de Black Ops 1 e 2.

Sem entrar em spoilers, a tentativa de emular momentos icônicos da saga Black Ops é um conceito que me agrada, mas a forma como foi aplicada em Black Ops 7 simplesmente não funcionou como o desejado pela Treyarch. Boa parte desses momentos nostálgicos são jogados na campanha sem muita inspiração e de uma maneira um pouco forçada, dando a impressão que estão ali unicamente para apelar pelo sentimento de nostalgia dos jogadores antigos. Esses retornos ao passado acabam criando até mesmo alguns furos na história da saga Black Ops, o que era algo que eu honestamente não esperava.

É durante esses momentos que a viajada na maionese típica de Black Ops acontece, que falarei um pouco mais sobre jaja.

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Já o núcleo da narrativa em Avalon faz o arroz com feijão de Call of Duty, mas com menos cenas de ação e boa parte do seu desenvolvimento sendo feita através de diálogos entre os personagens pelo rádio durante as missões. Tudo parece muito corrido, com pouco desenvolvimento e repleto de momentos que vão te fazer questionar o roteiro e até mesmo a inteligência de alguns personagens.

Kagan é honestamente a maior bola fora de toda a campanha, já que todo o marketing indicava que a CEO da Guilda seria uma vilã extremamente casca grossa, com potencial para entrar no seleto hall de vilões icônicos de Call of Duty, o que infelizmente, não foi o caso.

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Já no que diz respeito as missões… Bem, infelizmente, Call of Duty: Black Ops 7 seguiu um modelo parecido com o de Modern Warfare III, mas um pouco melhor trabalhado do que o game da Sledgehammer. Como dito anteriormente, metade das missões da campanha se passam em Avalon, fazendo uso do tão comentado mapa de Battle Royale que nunca chegou ao Warzone.

As missões em Avalon se resumem a basicamente ir ao ponto A, derrotar um inimigo especifico ou proteger alguma coisa e depois ir ao ponto B, onde iremos voltar para o mundo alucinógeno causado pelo Berço. As missões no Berço trazem um design mais próximo ao que se espera da franquia, com mapas isolados e um misto de campos abertos e corredores, tem uma diversidade um pouco maior de objetivos.

As mecânicas de gameplay utilizam muitos recursos vistos no próprio Warzone e outros modos como o DMZ e o Zombies de Modern Warfare 3, como inimigos com barras de HP, placas, armas com diferentes raridades e upgrades de vida e outros status. Infelizmente, isso acabou criando inimigos esponja de dano e batalhas de chefe desnecessariamente longas, que VÃO te frustrar principalmente se você estiver jogando solo, já que claramente a campanha foi balanceada tendo 4 jogadores na partida em mente.

Falando em cooperativo, apesar de não ser obrigatório, honestamente, não há motivos para pelo menos não tentar encontrar um lobby para as missões. Não é possível pausar uma partida mesmo ao ser jogada sozinha, e as missões não possuem checkpoints, ou seja, caso precise sair por qualquer motivo antes do final de uma missão, terá que faze-la do 0 ao voltar. Por algum motivo, expulsão por inatividade também está ativo no campanha, o que não faz o menor sentido principalmente ao ser jogado sozinho.

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O grande trunfo da campanha é o Endgame, uma missão especial que traz uma espécie de modo extração PvE para Call of Duty: Black Ops 7. Durante a missão, o mapa de Avalon é dividido em várias regiões de diferentes níveis de combate, uma espécie de nível baseado nas habilidades e equipamento que o jogador carrega para a partida.

Seu objetivo é simples: caia em Avalon, complete o máximo de missões possíveis para conseguir melhores equipamentos e habilidades e extraia com vida para repetir o processo. O modo conta com diversas mini-chefes e uma grande boss fight que serve como o encerramento da campanha, sendo honestamente, um modo bem divertido caso esteja jogando em um grupo com outros 2 ou 3 amigos.

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De maneira geral, a campanha de Call of Duty: Black Ops 7 é honestamente o ponto mais baixo de todo o jogo, e por muito, sendo em minha opinião uma das piores campanhas da história da franquia, ficando atrás apenas de Black Ops 3 (que coincidentemente, também era coop). Apesar de ser a parte mais divertida de toda a campanha, o Endgame não salva os erros grotescos do roteiro e de level design da campanha, e felizmente, o modo já pode ser jogado sem a necessidade de terminar a campanha para ser desbloqueado.

Ironicamente, Call of Duty: Black Ops 7 sofre do mesmo mal que Call of Duty: Black ops 3: uma campanha desagradável, um multiplayer muito bom e um zombies EXCELENTE!

Multiplayer

O multiplayer de Call of Duty: Black Ops 7 usa a base de gameplay de Black Ops 6, trazendo algumas melhorias e novidades que dão uma certa personalidade própria para BO 7.

Para começar, o omnimovement permanece em Black Ops 7, trazendo a adição de um novo movimento que permite que o jogador de um pulo na parede, podendo ser utilizado como um pulo duplo durante uma gunfight para confundir seus adversários ou para alcançar locais mais altos, tornando o gameplay ainda mais frenético do que no game anterior. Para balancear um pouco as coisas, a corrida tática esta desabilitada por padrão no modo multiplayer, sendo necessária a utilização de uma vantagem para ser habilitada.

O grande diferencial de Call of Duty: Black Ops 7 em comparação ao game anterior são os modificadores, que podem ser equipados em sua melhoria de campo, granadas e scorestreaks. Cada equipamento possui duas modificações, que são desbloqueadas conforme utilizamos o equipamento específico em nossas partidas.

As armas de lançamento do game também foram muito do meu agrado, contanto com muitos clássicos retornantes de outros jogos da franquia Black Ops como a Peacekeeper e a Carbon 57.

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Os mapas de lançamento também seguem muito em linha com o esperado de um Black Ops, com todos os mapas seguindo o clássico formato de 3 lanes e sem muitos spots para favorecer campers, recompensando os jogadores que saibam como se movimentar. O multiplayer do game pega fundo na nostalgia, contando com o retorno de mapas icônicos como Hijacked, Raid, Express e Den, que juntamente com novos bons mapas como Exposure e Cortex, fazem do multiplayer de BO 7 uma evolução de Black Ops 6.

O game também traz uma quantidade MASSIVA de conteúdo para os jogadores que gostam de grind, trazendo um novo sistema de Prestígio até mesmo para as armas. O incentivo para resetar o lvl de suas armas? O desbloqueio de attachments exclusivos e skins clássicas da franquia!

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Durante minhas primeiras impressões sobre o beta do game, eu havia comentado que muito do sucesso do multiplayer de Call of Duty: Black Ops 7 dependeria da implementação ou não do chamado “Open Matchmaking”, um novo matchmaking que prioriza o ping acima da habilidade na hora de formar partidas, evitando que os jogadores caiam em lobbys de outras regiões e aumentando um pouco a aleatoriedade dos lobbys.

Felizmente, a Treyarch tomou a decisão certa, e o Open Matchmaking não apenas está implementado no game, como também o sistema de matchmaking principal de Black Ops 7. Os jogadores que prefiram o matchmaking antigo também estão servidos, já que o antigo matchmaking está presente através das playlists dentro da área “Padrão” do multiplayer.

Se a campanha foi um imenso tropeço, o multiplayer de Call of Duty: Black Ops 7 foi um baita de um acerto, trazendo aquele feeling de Black Ops 2 e Black Ops 3 para a formula atual da franquia.

Zombies

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E finalmente chegamos nele, o badalado modo Zombies de Call of Duty: Black Ops 7! Assim como o multiplayer, o Zombies também utiliza a base de Black Ops 6, como permitir que o jogador inicie com uma arma de sua escolha totalmente equipada com attachments, melhorias de campo e até mesmo portando todos os seus desbloqueios de pesquisa e chicletes de BO 6 para BO 7.

O grande motivo pelo hype em torno do Zombies é o retorno de personagens clássicos que não davam as caras desde o final de sua história em Black Ops 4: Dempsey, Nicolai, Takeo e Richtofen estão de volta, se unindo a Weaver, Maya, Carver e Grey, que após o final dos eventos de Black Ops 6, ficaram trancados dentro do Éter Negro.

Como prometido pela Treyarch, o modo Zombies de Black Ops 7 chegou com os pés na porta, trazendo o mapa Cinzas dos Condenados, o maior mapa da história do modo zombies com fortes inspirações na clássica Tranzit. Para percorrer esse imenso mapa, temos a nossa disposição a Carro-Lina, um veículo que pode ser melhorado conforme progredimos pelas missões do mapa, sendo o centro de todo o easter egg principal do mapa.

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Por falar no easter egg, a missão principal de Cinzas dos Condenados é honestamente uma das mais legais de toda a história da franquia, tendo a boss fight final mais difícil da história do modo, sendo um verdadeiro presente para os fãs do modo que amam um desafio. Mas não se preocupe, assim como em Black Ops 6, todos os mapas de Zombies receberão um modo guiado, permitindo que os jogadores que não estejam tão acostumados com o modo consigam completar a missão principal com todos os objetivos sendo mostrados no mapa e limitação de rounds.

O Zombies de Call of Duty: Black Ops 7 também conta com o chamado modo sobrevivência, sendo o modo perfeito para os jogadores que não tenham interesse em fazer o easter egg e queiram apenas se divertir passando rounds e matando ondas intermináveis de zumbis. Para o lançamento, apenas um mapa está disponível para o modo, mas novos mapas serão adicionados durante as temporadas.

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A cereja do bolo, ao menos para os jogadores hardcore, é o modo Amaldiçoado, que traz a experiência clássica de zombies para Call of Duty: Black Ops 7: iniciar no mapa com apenas uma pistola, sem mini-mapa, sem barra de vida nos inimigos, sistema de pontos antigos, o pacote completo. O modo também possui alguns modificadores que podem aumentar ainda mais a dificuldade, porém, para ter acesso a tais modificadores, é necessário antes completar a missão principal de Cinzas dos Condenados no modo padrão.

Black Ops 7 também traz o retorno do modo Dead Ops Arcade, sendo um modo competitivo para até 4 jogadores com visão isométrica. O modo traz uma série de armas malucas exclusivas para o modo, além de ser um verdadeiro festival de galhofa e bom humor. A melhor forma de resumir o Dead Ops é: puro caos e diversão descompromissada.

Tive o privilégio de experimentar o modo juntamente ao Rafael do Portal Viciados , e honestamente, a quantidade de risadas dadas durante aquela sessão não podem ser contabilizadas pelo homem. Sério, reunir os amigos em uma call para jogar algumas partidas de Dead Ops Arcade em Black Ops 7 é garantia de muita diversão e boas risadas.

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Eu nunca escondi que o Zombies de Call of Duty: Black Ops 7 era o motivo da minha empolgação com o game, e honestamente, minhas expectativas foram superadas! Rever o quarteto clássico da franquia, um mapa de lançamento EXCELENTE e as mecânicas de gameplay de Black Ops 6 tornam o Zombies de Black Ops 7 uma experiência quase que obrigatória para qualquer fã do modo, sendo possivelmente o maior acerto da Treyarch.

É bom, mas poderia ser melhor

Call of Duty: Black Ops 7 é definitivamente o jogo mais divisivo de toda a franquia, já que apesar de sua campanha ser um completo desastre, os acertos no multiplayer e no modo zombies podem pesar mais ou menos na balança a depender do que VOCÊ aprecia na franquia. Como um bom apreciador do modo Zombies e Multiplayer, Call of Duty: Black Ops 7 foi um produto que me agradou bastante, já que a base de Black Ops 6 já era extremamente sólida, e o novo game expande ela adicionando novos elementos muito bem-vindos a formula.

Para os jogadores que apreciam mais a campanha do que os modos multiplayer, Black Ops 7 acaba deixando muito a desejar, o que é honestamente algo triste de se dizer, principalmente pela fantástica campanha de Black Ops 6 no ano passado.

Em resumo, Call of Duty: Black Ops 7 é um jogo que tem baixos MUITO BAIXOS e altos MUITO ALTOS, podendo ser uma completa decepção ou um grande presente a depender do seu nível de interesse por cada um dos 3 modos de jogo principais em um jogo da franquia presentes no game.

Essa review de Call of Duty: Black Ops 7 foi produzida através de uma chave de review do game para PS5, gentilmente cedida pela Activision

O Review

Call of Duty: Black Ops 7

8 Pontuação

Apesar da campanha fraca, Call of Duty: Black Ops 7 traz um multiplayer competente e modo Zombies extremamente divertido e desafiador, evoluindo a base de gameplay deixada por Black Ops 6 ao incluir melhorias que a muito tempo estavam na lista de pedidos da comunidade.

PRÓS

  • Open Matchmaking traz nova dinâmica para o multiplayer
  • Bom level design de mapas
  • Zombies extremamente divertido
  • Armas e mapas nostálgicos são um diferencial

CONTRAS

  • Campanha fraca

Review detalhado

  • Campanha 0
  • Multiplayer 0
  • Zombies 0
Tags: Call of Duty: Black Ops 7
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