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Home Análises

Review | Dragon Quest VII Reimagined (PS5)

Luiz Henrique Silva por Luiz Henrique Silva
2 de fevereiro de 2026
em Análises
dragon quest vii reimagined

Lançado originalmente em 1997 para o PS1, Dragon Quest VII se tornou um clássico instantâneo dos RPGs japoneses, sendo a porta de entrada da franquia Dragon Quest para milhões de jogadores ao redor do mundo. Com a franquia completando 40 anos em 2026, a Square Enix está iniciando as comemorações em grandíssimo estilo, com a chegada de Dragon Quest VII Reimagined, uma versão reimaginada do clássico de 1997, com lançamento programado para o dia 5 de fevereiro para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Switch 2 e PC.

Tive a oportunidade de jogar o tão aguardado remake em antecipado durante os últimos dias, e após algumas boas dezenas de horas de aventura no maravilhoso mundo de Dragon Quest VII Reimagined, tenho MUITA coisa pra contar sobre essa nova versão da jornada do príncipe Kiefer e seus amigos.

Dragon Quest VII Reimagined revisita acertos e tropeços de um dos grandes clássicos dos RPGs japoneses

Review Dragon Quest VII Reimagined
Ⓒ ARMOR PROJECT/BIRD STUDIO/SQUARE ENIX
Ⓒ SUGIYAMA KOBO
Ⓟ SUGIYAMA KOBO

Dragon Quest VII Reimagined nos leva para uma fantástica aventura pelo reino de Estard, uma pequena ilha que acredita-se ser a única ilha em todo o mundo, estando isolada em meio a imensidão infinita do oceano. Apesar de pequena, a ilha serve de lar para a família real de Estard e uma pequena comunidade de pescadores, que formaram a cidade de Pilchard Bay, que serve como cidade natal de nosso herói durante a jornada.

Filho do pescador mais respeitado de toda a ilha, o Herói de Dragon Quest VII, que será chamado de Hero durante essa análise, não pode ter sua aparência customizada pelo jogador, porém, seu nome é escolhido por nós logo durante os primeiros momentos de gameplay, seguindo a receita de bolo de toda a franquia. Tendo um grande extinto de aventura herdado de seu pai, nosso Herói naturalmente formou um grande laço de amizade com Kiefer, príncipe de Estard e o herdeiro da coroa, que não hesita em deixar suas obrigações reais para explorar os mistérios da ilha.

Apesar de ser um membro da família real e o próximo na linha de sucessão ao trono, Kiefer não acredita nas histórias sobre Estard ser a única ilha do mundo, e tem como seu grande objetivo de vida provar para os adultos que essa teoria não passa de uma grande baboseira, um pensamento compartilhado por Hero. Porém, os dois garotos não são os únicos a terem essa fome de aventura, já que ambos são constantemente seguidos por Maribel, uma jovem que também compartilha dessa vontade de descobrir os segredos da ilha.

Para explorar a ilha e provar a teoria de que o mundo tem muito mais a oferecer do que apenas um oceano infinito, Hero, Kiefer e Maribel estão constantemente “escapulindo” de suas obrigações para fazer suas expedições atrás de pistas, criando uma fama de aventureiros entre os moradores e a família real.

dragon quest vii reimagined review 2
Ⓒ ARMOR PROJECT/BIRD STUDIO/SQUARE ENIX
Ⓒ SUGIYAMA KOBO
Ⓟ SUGIYAMA KOBO

Em uma dessas aventuras, o trio se depara com uma estranha estátua que chama a atenção de Kiefer, que não pensa duas vezes antes de interagir com o monumento. O que Kiefer não imaginava era que, na verdade, a estatua era a chave para um antigo templo que escondia todas as respostas que procurava, dando início a uma aventura épica por mundos diferentes através do tempo.

Uma jornada pelo desconhecido

A trama de Dragon Quest VII Reimagined gira ao redor da Shrine of Mysteries, uma antiga construção que serve de lar para antigas tabuletas de pedra, que ao terem seus fragmentos reunidos, servem como portais para novos mundos, atiçando o extinto de aventura do trio de aventureiros. Seguindo as instruções da criatura que guarda o local, o trio reúne os 4 fragmentos de uma dessas tabuletas, sendo transportados para uma terra desconhecida e nada amigável, repleta de monstros e criaturas estranhas por todos os lados.

dragon quest vii reimagined review 3
Ⓒ ARMOR PROJECT/BIRD STUDIO/SQUARE ENIX
Ⓒ SUGIYAMA KOBO
Ⓟ SUGIYAMA KOBO

Após alguns habitantes locais e os ajudarem a resolver uma série de problemas, os jovens encontram o caminho de volta para casa, mas algo parecia diferente em Estard… Um forte tremor é sentido por todo o reino, e as notícias de que uma nova ilha simplesmente surgiu perto de Estard rapidamente se espalham, provando que a teoria de Kiefer estava correta. Ao visitarem essa nova ilha, uma coisa ficou clara para os jovens: essa ilha era de fato a mesma a que eles visitaram através do portal, mas sem a presença de monstros e com pessoas diferentes habitando o local.

Com essa nova descoberta, o trio parte em uma nova jornada em busca de todos os fragmentos das tabuletas na tentativa de descobrir a verdade sobre esses mundos, e claro, se aventurar por terras desconhecidas, enfrentando seus perigos e conhecendo diferentes civilizações perdidas pelo tempo.

dragon quest vii reimagined review 4
Ⓒ ARMOR PROJECT/BIRD STUDIO/SQUARE ENIX
Ⓒ SUGIYAMA KOBO
Ⓟ SUGIYAMA KOBO

A estrutura da narrativa e progressão de Dragon Quest VII Reimagined permaneceu simples como a do game original: chegamos em um novo mundo ao reunir 4 fragmentos, conhecemos os habitantes locais e seus problemas, ajudamos a resolve-los e retornamos para casa. Essa fórmula simples permite apresentar diferentes povos em um curto espaço de tempo ao mesmo tempo em que desenvolve o grupo de aventureiros, que contará com novos integrantes durante a aventura.

Apesar de Hero ser o protagonista da aventura, a trama é levada pra frente por Kiefer e os demais membros da party, já que assim como no jogo original, Dragon Quest VII Reimagined manteve a decisão de ter Hero como um protagonista mudo. Ainda poderemos responder alguns diálogos aqui e ali, mas o herói acaba tendo uma posição mais passiva no roteiro, algo já esperado dos jogos da franquia.

Para compensar a quase ausência de nosso personagem na trama, todos os demais integrantes do grupo possuem um enorme carisma e personalidades marcantes, tornando as interações entre o grupo o coração pulsante da jornada. Kiefer tem um extinto aventureiro inabalável, e isso se reflete em suas ações, sempre instigando o grupo a explorar e conhecer melhor os mundos que descobrimos.

Já Maribel age como o cérebro do grupo, tento muitas vezes as decisões mais racionais entre os aventureiros, apesar de ter um temperamento um tanto quanto esquentadinho e se deixando levar pelas emoções.

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Ⓒ ARMOR PROJECT/BIRD STUDIO/SQUARE ENIX
Ⓒ SUGIYAMA KOBO
Ⓟ SUGIYAMA KOBO

Como o nome sugere, Dragon Quest VII Reimagined é uma versão reimaginada do clássico de 97, em nenhum momento se propondo em ser um remake 1:1 com o jogo original, uma proposta bem diferente dos últimos remakes da franquia. Essa nova versão toma algumas liberdades para fazer alterações na história, diminuindo várias partes consideradas esticadas demais no jogo original, como o tutorial, tornando o pacing do game um pouco mais agradável.

Apesar disso, o formato da história tende a tornar as coisas um pouco repetitivas, herdando o principal “problema” do jogo original, que é considerado longo demais e com um ritmo lento até mesmo para os padrões de Dragon Quest. Claro, as mudanças em Dragon Quest VII Reimagined fazem com que o título sequer arranhe as mais de 90 horas necessárias para terminar a história do jogo original, mas o seu pacing continua sendo um tanto quanto cansativo, algo que honestamente, seria impossível de ser totalmente corrigido sem mudar completamente a estrutura da aventura.

As mudanças no roteiro são o suficiente para tornar Dragon Quest VII Reimagined sua própria obra, digamos assim, sem invalidar a existência do jogo original, permitindo que o jogador que já conheça o jogo original tenha uma experiência fresca ao jogar o remake, e que os novos fãs que nunca haviam jogado o jogo original criem um interesse pelo clássico de 97.

Dado o grande desafio que seria trazer Dragon Quest VII como um RPG mais “modernizado”, a Square Enix fez um excelente trabalho aqui no que diz respeito a história e a estrutura narrativa, fazendo alterações pontuais para diminuir os “inchaços” do jogo original sem descaracterizar o game, mantendo toda a magia de Dragon Quest VIl, mas com uma nova roupagem. Você ainda vai ter a impressão que tem muito mais horas de jogo do que as cronometradas no seu arquivo de save e sentir um certo cansaço em momentos mais lentos, mas definitivamente é um problema muito mais amortecido quando comparado a versão original de PS1.

Infelizmente, Dragon Quest VII Reimagined é mais um título da franquia que chega sem localização para o português brasileiro, tornando a acessibilidade para os jogadores que não dominam a língua inglesa ou as demais línguas suportadas pelo game. Pelo lado positivo, o game chega com legendas em espanhol da América Latina, assim como Dragon Quest I & II HD-2D Remake, dando uma esperança de que o português finalmente esteja entre as línguas suportadas em Dragon Quest XII.

Exploração e sistema de combate

Dragon Quest VII Reimagined traz um sistema de exploração bem parecido com o do jogo original, deixando o remake para o 3DS um pouco de lado ao se apegar ao clássico de 97 para as suas mecânicas. Podemos explorar as ilhas e as cidades livremente utilizando uma câmera isométrica, que nos permite ter uma ampla visão dos inimigos e tesouros ao nosso redor, que serão destacados no mapa com brilhos bem perceptíveis.

O game também conta com um mini-mapa no canto inferior esquerdo da tela, trazendo um ar de modernidade para o remake e ajudando a diminuir o sentimento de “acho que me perdi” que os jogos antigos da franquia costumavam causar.

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O game segue a receita de bolo de todo Dragon Quest no aspecto exploração: podemos entrar em praticamente todas as residências para procurar por itens e tesouros, seja abrindo baús alheios, quebrando vasos ou barris, etc. O pacote completo de Dragon Quest. Claro, algumas residências e baús não estarão disponíveis logo de cara, trazendo um pouco de backtrack para quem deseja vasculhar cada cantinho do mundo.

Os mapas seguem em linha com o jogo original, tendo um layout simples e intuitivo, convidando o jogador a explorar cada canto do mundo ao mesmo tempo que não o pune por simplesmente querer seguir em frente com a história. A narrativa nos levará para praticamente todas as cidades e cavernas exploráveis durante a jornada, deixando os conteúdos secundários apenas para os jogadores que realmente estejam muito engajados na aventura, diminuindo aquele sentimento de “será que deixei algo pra trás?” caso o jogador opte por apenas seguir a história e deixe os famoso fragmentos cinzas de lado.

O sistema de combate também se mantem fiel ao jogo original, trazendo o sistema de classes juntamente a algumas novas ferramentas mais modernas da série, sendo uma mescla entre as mecânicas do jogo de 97 com os sistemas de Dragon Quest XI e os remakes HD-2D.

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O sistema segue o tradicional formato de turnos da franquia, onde seus pontos em agilidade definirão a ordem das ações, tornando os combates um tanto quanto imprevisíveis já que em um encontro você pode ter 4 turnos em sequência, enquanto em outro encontro contra a mesma espécie de inimigos, você será obrigado a assistir o inimigo te atacando e utilizando habilidades por vários turnos seguidos antes que você possa utilizar uma única ação no combate. Felizmente, o game não conta com encontros aleatórios, nos permitindo ver todos os monstros ao nosso redor, o que nos possibilita escolher as batalhas que queremos enfrentar.

Dragon Quest VII Reimagined traz alguns sistemas que chegaram na franquia mais recentemente, como a possibilidade de controlar diretamente cada membro da party ou deixar seu controle para a IA, que irá seguir uma prioridade do que fazer pré-definida pelo jogador. Os menus também seguem em linha com os jogos mais recentes, sendo menos confusos e convidativos para jogadores recém-chegados a franquia,

O grande trunfo do sistema de combate de Dragon Quest VII Reimagined é o sistema de classes, que retornou para a nova versão do game com algumas novidades. Agora, todos os personagens terão uma classe inicial única, que terá habilidades exclusivas que refletirão suas personalidades e aptidões.

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Com exceção dessas classe exclusivas, todas as classes estão disponíveis para todos os personagens, o que nos permite experimentar uma enorme combinações de habilidades entre o grupo. O sistema também conta com algumas classes especiais, que só são desbloqueadas ao maximizar 2 ou mais classes diferentes, sendo uma espécie de fusão entre as classes, já que as habilidades aprendidas são exclusivas de suas respectivas classes, ou seja, ao trocar de Warrior para Martial Artist, é melhor dizer adeus a Metal Slash e se acostumar a usar Clap Trap em todo início de combate (e rezar para que acerte em um metal slime).

O sistema irá revelar mais camadas conforme avançamos na história, sendo honestamente o principal atrativo para que o jogador explore cada centímetro de terra do mundo de Dragon Quest VII Reimagined. Experimentar tudo o que o sistema de classes do game tem a oferecer é a cereja do bolo do remake, que desafia o jogador a constantemente explorar novas combinações para superar as dezenas de inimigos únicos e chefes espalhados pelas ilhas, que terão diferentes forças e fraquezas.

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Ao seguir em linha com os jogos mais recentes da franquia, Dragon Quest VII Reimagined também traz o sistema de dificuldade adaptativa, que está bem mais completo do que os de seus irmãos mais velhos HD-2D. Podemos customizar diversos aspectos da jogabilidade, como o dano que recebemos ou causamos nos monstros, a quantidade de exp e ouro recebida, etc.

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Essas opções de customização permitem que o jogador realmente molde a experiência dos combates a seu gosto. Você é daqueles jogadores que gosta de um desafio extremo? Dragon Quest VII Reimagined te oferece isso, bastando alterar a força dos monstros, exp e as demais opções para o modo mais difícil. Quer apenas aproveitar a história sem se preocupar muito com a dificuldade dos combates? Fique a vontade para abaixar a dificuldade quando e onde quiser.

Essa abordagem é algo que está se tornando algo cada vez mais comum nos jogos da Square Enix, o que honestamente, é algo EXTREMAMENTE positivo. Jogos de turno, principalmente os clássicos, possuem uma certa fama de serem difíceis e obrigarem o jogador a passar um bom tempo da jornada apenas grindando níveis, o que acabou afastando potenciais fãs da franquia Dragon Quest ao longo dos anos.

Essa nova abordagem que permite que o jogador customize a dificuldade ao seu gosto é um dos principais acertos dessa nova fase de Dragon Quest, permitindo que jogadores que tinham um certo receio com jogos de turno com o formato mais clássico finalmente deem uma chance e se apaixonem pela franquia. Claro, essas mecânicas podem desagradar uma parcela do público mais “purista”, mas honestamente, se o simples fato da existência de uma opção para reduzir e aumentar a dificuldade é o suficiente para te causar incômodo, o problema definitivamente não está no jogo.

Agradável aos olhos, primoroso aos ouvidos

Dragon Quest VII Reimagined mantém as tradições da franquia no que diz respeito a sua trilha sonora, trazendo novos arranjos belíssimos da trilha sonora do game original, desde o clássico tema de Dragon Quest até as baladas mais animadas para os combates contra chefes e inimigos especiais. É nítido que a Square Enix teve uma atenção especial aos aspectos sonoros do game, com o resultado final estando a altura do padrão de excelência da franquia. Bravo!

Os gráficos também cumprem muito bem o seu papel de trazer aquele ar de nostalgia do título original, ao mesmo tempo que o torna mais apresentável para um público mais novo que está tendo contato com o clássico pela primeira vez através de Reimagined. É possível ver muitos toques que remetem aos traços de Akira Toriyama em todos os personagens e monstros, que junto a um efeito de cel shading de primeira, criam uma atmosfera única para o remake.

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Um medo compartilhado por mim e muitos outros fãs era de que os novos gráficos pudessem de alguma forma tirar um pouco da personalidade deixada por Toriyama no jogo original, o que felizmente, passou longe de acontecer. Boa parte do design dos monstros e personagens foram mantidos intactos, sendo apenas atualizados para o novo motor gráfico, preservando toda a magia dos traços de Toriyama, que agora brilham em belíssimas texturas em 4K.

Como um fã assíduo de Dragon Ball e Dragon Quest, ver que a Square Enix teve um cuidado redobrado em manter a essência visual de Dragon Quest VII foi algo que me deixou extremamente contente. Obrigado, Square!

Um clássico revigorado

Dragon Quest VII Reimagined cumpre com maestria a sua proposta de ser uma versão reimaginada de um dos jogos mais importantes da história, trazendo alterações e melhorias em diversos pontos que eram considerados problemáticos no jogo original, mas sem tentar substituir a aventura original. Claro, alguns problemas ainda foram herdados do game original, principalmente no que diz respeito ao pacing da história, que pode tornar a jornada um pouco cansativa.

Ao oferecer uma nova versão de um dos grandes clássicos para os fãs antigos ao mesmo tempo que abraça os novos fãs, Dragon Quest VII Reimagined é um título que tem o potencial de ser o grande divisor de águas da franquia, sendo um excelente aperitivo para quem está na sala de espera de Dragon Quest XII e que com certeza irá trazer uma nova leva de fãs, sendo o “sweet spot” no que diz respeito a agradar ambos os públicos, trazendo mudanças que fazem sentido dentro da proposta do game.

Essa review de Dragon Quest VII Reimagined foi produzida através de uma cópia de review do game para PS5, gentilmente cedida pela Square Enix

The copyright of the images used on this page is jointly owned by SQUARE ENIX CO., LTD. and other co-owners. The unauthorized reproduction and distribution of the images is prohibited.

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O Review

Dragon Quest VII Reimagined

9 Pontuação

Dragon Quest VII cumpre com louvores a sua proposta de ser uma versão reimaginada do clássico de 1997, trazendo mudanças que melhoram o andamento da narrativa e atualizam o gameplay, ao mesmo tempo que mantém toda a magia do título original do PS1, entregando uma experiência fresca para os fãs antigos e abrindo as portas da franquia para os recém-chegados.

PRÓS

  • Alterações na história e sistemas de gameplay agregam a experiência positivamente
  • Sistema de classes robusto
  • Trilha-sonora fantástica
  • Personagens extremamente carismáticos
  • Cumpre com maestria a proposta de ser uma reimaginação

CONTRAS

  • História ainda sofre com problemas de pacing
  • Ausência de localização para português

Review detalhado

  • História 0
  • Jogabilidade 0
  • Gráficos 0
  • Áudio 0
Tags: Dragon Quest VII REIMAGINED
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Apaixonado por RPGs e jogos de luta, em especial Final Fantasy, NieR, Shin Megami Tensei/Persona e Street Fighter. Amante de boas histórias e porradaria.

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