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Home Análises

Review | Ghost of Yotei (PS5)

Nathan Manoel por Nathan Manoel
22 de outubro de 2025
em Análises
ghost of yotei review capa

Desenvolvido pela Sucker Punch Productions e publicado pela Sony, Ghost of Yotei é sequência do queridíssimo Ghost of Tsushima, um dos jogos que se tornaram um ícone da PlayStation desde o seu lançamento. Ambientado 300 anos depois da jornada de Jin Sakai, Ghost of Yotei se passa em uma diferente região do Japão, em um período histórico um tanto quanto conturbado, trazendo uma nova protagonista movida pela vingança: Atsu. 

Desde que foi anunciado em setembro de 2024, Ghost of Yotei me causou curiosidade, tanto por achar o primeiro jogo excelente e com um enorme potencial para se tornar uma franquia e pelo ótimo histórico de sequências melhores que o original da própria Sucker Punch, como Infamous 2 e Sly 2, quanto pela ascensão dos jogos de samurai que se passam durante o Japão feudal, já que apesar de Tsushima ter sido amplamente elogiado em seu lançamento, Yotei teria que trazer algo novo para a mesa dada a forte concorrência do gênero de lá pra cá

Após me aventurar pela ilha de Yotei e viver a jornada de vingança de Atsu, finalmente tive a resposta para várias das minhas perguntas, e embora o game de maneira seja uma experiência muito divertida e agradável, posso adiantar que alguns pontos deixaram um gosto agridoce na boca… Confira em detalhes em nosso review completo de Ghost of Yotei!

A vingança nunca é plena…

Ghost of yotei review 3
Review | Ghost of Yotei (PS5) 13

Japão, século XVII, início do período Edo. Uma era um tanto conturbada no Japão pois, após o fim das guerras civis de Sengoku e com o início do Xogunato Tokugawa, também conhecido como período Edo, o país estava aprendendo a conviver em paz. Por um lado, o Xogunato centralizava todo poder em Edo, onde fica Tóquio hoje em dia, onde os mais ricos estavam. Por outro, pessoas que viviam às margens do país eram oprimidas e deixados à mercê, tendo que lidar com a rivalidade entre o clã Matsumae (Samurais) e os Ainu (indígenas), e é nesse cenário que a história de Ghost of Yotei começa.

Aqui controlamos Atsu, uma mercenária que após ser deixada à beira da morte e obrigada a assistir a morte dos pais, retorna para a sua terra natal 16 anos depois para se vingar contra seis figuras influentes de Yotei. 

Ghost of Yotei começa direto no momento em que vemos os pais de Atsu serem mortos, sem enrolação ou introdução a eles, começamos diretamente presenciando a morte da família de Atsu e o nascimento da Onryo, nome dado a espíritos vingativos que caminham pela terra. De uma criança inocente a uma mercenária lendária que assombra o Japão, essa é a jornada de Atsu durante esses 16 anos fora de Hokkaido (nome original da ilha de Yotei) e que fica visível para o jogador logo no tutorial.

Para a minha surpresa, o jogo te coloca contra um dos seis de Yotei logo no tutorial, como uma primeira boss fight, e é notável o ódio que Atsu carrega. Os ataques viscerais misturados com mudanças de cenário que fazem Atsu lembrar da noite que perdeu os pais adicionam um elemento a mais a esse início. A câmera cinematográfica  pré, durante  e pós-luta dão aura à nossa protagonista.

Desde o início vemos as diferenças entre Jin, protagonista de Ghost of Tsushima, e Atsu; Jin começa como um samurai de linhagem nobre, com o objetivo de salvar a terra que um dia foi comandada pelos seus pais. Jin é mais próximo de um “Batman”  do que qualquer outra coisa, sendo um personagem que precisa quebrar seu código moral e largar o caminho dos Samurais para se tornar um Shinobi, um fantasma.

Ghost of yotei review Atsu 1
Review | Ghost of Yotei (PS5) 14

Atsu, por outro lado, vem de uma família humilde, filha de pai ferreiro e mãe artista. Atsu não tem código moral para seguir, sendo seu único acordo a vingança contra os seis de Yotei. Se Jin lembrava o Batman, Atsu lembra a Beatrix Kiddo de Kill Billl, coincidentemente as duas usam vestimentas amarelas e têm sequências de luta impressionantes na neve.

Essa diferença entre os dois protagonistas talvez seja um dos pontos mais interessantes da história pois, com Atsu, conseguimos ver um outro lado dos samurais que foi pouquíssimo explorado em Ghost of Tsushima, e em grande parte das obras sobre samurais na cultura pop; Samurais defendem os interesses de um líder, tanto para o lado bom quanto para o ruim. Normalmente vemos Samurais como essas figuras honradas e que lutam pelo bem, raramente vemos o outro lado dessa história, os povos que não se enquadram em o que o Xogunato valoriza.

Ghost of Yotei faz um ótimo trabalho em mostrar um pouco desse lado pouco explorado através de sidequests e interações que Atsu tem durante a história, dando ao jogador uma visão um pouco mais realista de como eram as estruturas de poder da época. 

Ok, agora vamos falar sobre o elefante branco na sala: Atsu é uma boa protagonista? Eu diria que sim, mas só às vezes. Calma, é uma afirmação confusa, eu sei, mas eu tenho uma boa explicação para ela.

Um dos defeitos do jogo é justamente a forma que Atsu é escrita durante a campanha principal, há momentos em que a vemos no ápice da fúria e na missão seguinte, sem contexto nenhum, ela parece que se esquece das coisas que foram feitas contra ela. Por um lado é visível que os escritores tentaram mostrar outros lado dela, mas, da forma que é feita, parece que só juntaram duas missões escritas por pessoas completamente diferentes sem revisão quanto à coesão da personagem.

Isso acontece diversas vezes durante a história principal de Ghost of Yotei, chegando em um ponto que Atsu acaba virando uma incógnita pois você nunca sabe qual das personalidades dela vai terminar a missão e, para a história que a Sucker Punch quis contar, é um erro o tanto quanto grave.

…mata a alma e envenena!

Ghost of yotei review 4
Review | Ghost of Yotei (PS5) 15

A segunda principal mudança do Yotei para o Tsushima é a estrutura da campanha. Em Ghost of Yotei, a Sucker Punch aderiu uma estrutura parecido com a que outras desenvolvedoras como a Ubisoft vem usando ultimamente: Te apresentam os alvos principais, cada um em um canto do mapa, e te deixam “livre” para escolher qual ordem seguir.

Na teoria é uma ótima escolha para uma história de vingança contra seis figuras influentes de Hokkaido, porém da forma que foi feita acaba enfraquecendo a história como um todo. Por exemplo, algumas decisões que Atsu toma em um desses arcos iniciais fariam mais sentido se fossem colocadas em momentos mais avançados do jogo, mas da forma que é apresentado pela estrutura da campanha, se torna um grande balde de água fria na empolgação do jogador. 

Ainda sobre a escrita, é decepcionante como os aliados de Atsu são sem carisma. Ao subir os créditos, apenas dois personagens, Oyuki e Jubei, acabam se destacando e mesmo assim não ao ponto de criar um vínculo muito forte com eles. 

Pior coisa que um jogo com campanha nesse modelo, onde o player escolhe a ordem dos alvos, é deixar a impressão de que se fosse linear seria melhor. Isso é ainda mais intensificado quando a maioria das missões principais consistem em seguir um personagem, limpar uma área cheia de inimigos e depois seguir e ouvir outro personagem despejando blocos de texto corrido em forma de diálogo. É o mesmo erro que assombrou outros jogos como Assassin’s Creed Shadows, por exemplo, que te prometem uma campanha com mais gerenciamento do jogador mas a estrutura das missões seguem esse modelo velho e cansativo de sempre. 

Ghost of yotei review 10
Review | Ghost of Yotei (PS5) 16

Cansativo também é a forma como o tema da vingança e do ciclo de violência é tratado aqui, ainda mais comparado com jogos que abordam esses temas com muito mais profundidade, como foi o caso de The Last of Us Part II. Aqui, você já sabe o fim dessa história logo nas primeiras missões principais e fica ainda mais na cara as intenções dos roteiristas quando perto da reta final do jogo uma personagem é inserida só para criar um clímax dramático e um peso maior nas costas de Atsu. 

Se por um lado o jogo peca na estrutura e dá deslizes quanto à escrita da protagonista, Ghost of Yotei brilha na luta contra os Seis de Yotei. São lutas que desafiam o jogador a dominar o arsenal que tem à disposição, o timing dos parrys e ter uma ótima noção do cenário. Na luta contra o Kitsune, por exemplo, o jogador precisa não só dominar a troca de armas como também saber o momento certo para usar a escuta avançada (aquela que marca inimigos que fazem barulho), é tenso e divertido. A dificuldade dessas lutas também fazem jus a importância desses personagens na história, eles agem e lutam como verdadeiros chefes de história.

Em resumo, sobre a história do jogo, diria que a campanha principal é a parte mais fraca do jogo. Estrutura fraca, personagem principal sem impacto graças às decisões de escrita questionáveis e um grupo de NPCs sem carisma, um erro que Ghost of Tsushima não sofria. Ainda bem que o mundo aberto e a jogabilidade salvam…

As maravilhas de Yotei

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Review | Ghost of Yotei (PS5) 17

Desde o Ghost of Tsushima elogiar a beleza do mundo aberto criado pela Sucker Punch é chover no molhado, e em Ghost of Yotei, não é diferente. Hokkaido é impressionante, cheio de vida e cores vibrantes que te dão vontade de puxar o modo fotografia a todo momento. É possível ver a evolução do sistema de dia e noite, com transições mais suaves entre as horas.

O sistema climático também teve uma melhoria considerável, há mais variações como a de ver que vai chover só olhando para as nuvens escuras se formando, raios aparecendo em dias nublados e o clima melhorando com as nuvens se diluindo. São toques importantes para manter o mundo vivo e imersivo, também são elementos que geram cenas lindíssimas durante a exploração. 

Vale pontuar a ótima, porém breve, adição do sistema de congelamento do jogo… Atsu pode congelar nos picos mais altos do jogo, fazendo com que o jogador tenha que procurar algum lugar com fogueiras, desde acampamentos feitos pela Atsu ou fogos deixados por NPCs, ou sair o quanto antes da área gelada. É um ótimo elemento para prestar atenção durante o combate, mas é pouco utilizado pois os trechos onde há esse efeito são curtos ou com poucas atividades, queria que tivesse um pouco mais e outras variações climáticas com efeitos na personagem como esse. 

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Review | Ghost of Yotei (PS5) 18

Falando em atividades, o jogo traz de volta grande parte das atividades secundárias do jogo anterior como as tocas das raposas, os desafios de bambus, fontes termais e os acampamentos de inimigos. Dessa vez não temos os Haikus, mas em seu lugar, temos as Pinturas Sumi-e que utilizam o touchpad do Dualsense de forma primorosa para criar breves momentos de relaxamento. Também há os resgates de lobos, onde ajudamos nosso lobo de estimação a salvar outro lobo em perigo, como recompensa recebemos pontos de habilidades para gastar na árvore específica para o nosso lobo, que é muito útil durante o combate.

Ainda sobre pontos de habilidades, o jogo reformula completamente a forma com que liberamos perks para Atsu; No Yotei não subimos de nível matando inimigos ou fazendo missões, agora é preciso procurar os locais de oração pelo mapa para ganhar pontos para serem gastos nas árvores de habilidades. É uma forma inteligente de transformar a exploração, que é o grande trunfo do jogo, ainda mais recompensadora. 

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Review | Ghost of Yotei (PS5) 19

O mundo aberto de Ghost of Yotei pode não ser o mais interativo dos games e talvez nem o mais bonito em questão de gráficos, mas impressiona com a direção de arte primorosa aliado a design de mapa que te deixa sempre curioso para explorar algum determinado lugar só com pequenos estímulos visuais. É lindo ver as flores das árvores voando quando passamos de cavalo, ou até mesmo a maneira como as cores da vegetação mudam entre diferentes regiões. A paisagem sonora é a cereja do bolo desse pacote todo pois, assim como em Tsushima, é responsável por tornar toda essa experiência ainda mais autêntica e relaxante, com um ótimo uso do silêncio em determinados momentos e um trabalho de foley soberbo. 

Jogabilidade

Ghost of yotei review 1
Review | Ghost of Yotei (PS5) 20

Em questão de Jogabilidade Ghost of Yotei segue a máxima “não se mexe em time que ta ganhando” em quase tudo, menos no sistema de postura. No Yotei, sistema de postura é substituído por novas armas; ao invés de uma postura para cada elemento e o que é ideal para cada tipo de inimigo, como era no Ghost of Tsushima, temos novas armas para ocupar essas opções.

De início, achei que seria trocar seis por meia dúzia, pois o princípio era o mesmo e só mudava as animações, mas quanto mais você evolui nas árvores de habilidades de cada arma, mais interessante e divertido fica com a possibilidade de criar combos insanos com as habilidades de cada arma. É irado! 

A Sucker Punch aproveitou muito bem do fato de que Atsu, ao contrário de Jin, não tem os princípios de um samurai e pode utilizar outras armas que não sejam Katanas para aumentar o seu arsenal, disponibilizando 5 armas principais e 4 armas de longo alcance. O melhor de tudo é ver como somos, de forma positiva, forçados a saber usar todas nos seus momentos certos, especialmente nas lutas contra os seis de yotei e o mestre Takezo. 

Ghost of Yotei - PS5 - 2025
Review | Ghost of Yotei (PS5) 21

Por mais bobo que possa parecer, a adição que mais amei no combate do jogo é a de desarmar os inimigos e a de poder ser desarmado também. Poder ser desarmado pelo inimigo cria situações muito tensas durante o combate, especialmente quando há muitos inimigos juntos, pois é preciso focar no inimigo e em quebrar a ação de desarme dele.

Muitas vezes durante o combate me vi desesperado tentando quebrar  o desarme de algum rival antes que ele conseguisse completar a ação, muitas vezes falhei na tentativa o que resultou em momentos engraçados de tentar desviar dos inimigos enquanto tentava pegar minha arma de volta.  Também é muito satisfatório desarmar um inimigo e usar a arma dele contra ele, já que agora conseguimos pegar armas pelo cenário e usar contra nossos oponentes, o que sempre gera momentos muito badass.

O Stealth tem mais utilidade em Ghost of Yotei graças aos novos arremessáveis, como o metsubushi, e a habilidade de escutar os passos dos inimigos com a escuta avançada que Atsu aprende durante a campanha. Há mais trechos onde é necessário ser furtivo e que, ao contrário do jogo anterior, é mais satisfatório. Vale pontuar como  os acampamentos inimigos estão melhores estruturados para que a furtividade possa fluir bem, com mais gramas, lugares para subir e várias entradas secretas, facilitando a nossa vida de solid snake em Hokkaido.

Enfim, as adições para o combate são boas, especialmente as novas armas e o sistema de desarme. Mas ainda é tudo muito familiar o que, honestamente, é muito bom levando em conta que Ghost of Tsushima já tinha um combate ótimo, e Ghost of Yotei levou a base sólida de seu antecessor para um novo patamar de qualidade.

Filtros de imagem que alteram a experiência

Modo Kurosawa em Ghost of Yotei (2025)
Review | Ghost of Yotei (PS5) 22

Óbvio que não vou deixar de falar de uma das funções mais legais que Ghost of Yotei: os filtros cinematográficos. Ghost of Yotei traz três diferentes filtros que transformam a tua experiência em algo mais cinematográfico, inspirados por clássicos filmes de samurais, que são eles: 

  • O retorno do modo Akira Kurosawa, inspirado nos filmes do mestre Kurosawa, adicionando um filtro P&B e granulação semelhantes a de um filme antigo com pequenas falhas na tela, também deixa o som do jogo com uma característica mais abafada. 
  • Modo Miike, inspirado nos filmes do diretor de ação Takashi Miike, onde a câmera é mais fechada em Atsu, há mais sangue e lama nesse modo. Transformando as lutas do jogo em cenas parecidas com as dos filmes do mestre Miike. 
  • Modo Watanabe, uma parceria com o compositor Shinichiro Watanabe, mesmo compositor da trilha sonora de Cowboy Bebop e Samurai Champloo. Nesse modo é adicionada faixas de Watanabe durante o jogo, tanto na exploração quanto no combate.

Esses filtros extras são incríveis e podem ser misturados, porém não recomendaria usá-los juntos durante toda a campanha. Modo Watanabe, por outro lado, é tão perfeito que depois que o ativei foi muito difícil voltar ao som normal do jogo sem as trilhas sonoras do mestre Watanabe. 

Vale a pena jogar Ghost of Yotei?

Ghost of Yotei - PS5 - 2025
Review | Ghost of Yotei (PS5) 23

A Sucker Punch foi corajosa ao fazer a sequência de um dos exclusivos mais queridos do PS4 com uma nova protagonista e em outro período histórico do Japão, dando a entender que o foco da série Ghost of será diferentes histórias de shinobis por diferentes períodos da era feudal do Japão. Não só isso, como também foi corajosa ao contar uma história onde Samurais não são tão queridos como eram no jogo anterior e que mercenários são muito mais comuns, ainda mais ambientado em uma era de mudanças políticas tão significativas para o Japão.

Apesar disso, é uma pena que faltou um pouco de ousadia do estúdio ao abordar a vingança de Atsu que, em muitos momentos,  perde força pela forma que a história é contada e pela estrutura cansativa da campanha.

Ghost of Yotei é mais de ‘Ghost’ para quem amou o Ghost of Tsushima, as novas armas de Atsu são divertidíssimas, e as missões secundárias muitas vezes são até melhores do que as missões principais, além de claro, o belíssimo, imersivo e, por vezes, relaxante mundo aberto da ilha de Yotei. Apesar de uma história fraca e com personagens secundários desinteressantes, Ghost of Yotei consegue se destacar pelo seu mundo aberto maravilhoso e um combate divertido, sendo uma forte recomendação principalmente para os amantes de jogos de samurai e entusiastas de história e cultura japonesa.

Esse review de Ghost of Yotei foi produzido através de uma chave de review do game para PS5, gentilmente cedida pela Sony

O Review

Ghost of Yotei

8.5 Pontuação

Apesar de uma história fraca e com personagens secundários desinteressantes, Ghost of Yotei consegue se destacar pelo seu mundo aberto maravilhoso e mecânicas de combate divertidas, tornando a jornada de Atsu uma aventura prazerosa de ser experienciada, apesar dos deslizes.

PRÓS

  • Mundo aberto imersivo
  • Direção de arte fabulosa
  • Combate fluido e divertido
  • Filtros inspirados em lendas de obras de samurais agregam a experiência

CONTRAS

  • História principal fraca
  • Personagens secundários desinteressantes
  • Desenvolvimento de Atsu é previsível até demais

Review detalhado

  • História 0
  • Jogabilidade 0
  • Gráficos 0
  • Áudio 0
Tags: Ghost of Yotei
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