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Home Análises

Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2)

Luiz Henrique Silva por Luiz Henrique Silva
21 de novembro de 2025
em Análises
hyrule warriors age of imprisoment review capa

A franquia Hyrule Warriors se tornou um dos spin-offs mais amados pelos fãs da franquia The Legend of Zelda, levando toda a ação do gênero musou popularizado por Dinasty Warriors para as terras de Hyrule. Desenvolvida pela Koei Tecmo em parceria com a Nintendo, a franquia sempre se propôs a ser uma aventura descompromissada, que apesar de utilizar alguma versão específica do universo da franquia para sua ambientação, seus eventos não influenciavam na narrativa dos jogos originais, sendo considerados não canônicos para a continuidade de seus respectivos universos.

Com Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, a Koei e a Nintendo resolveram apostar em uma abordagem um pouco diferente, aproveitando algumas brechas deixadas pela história de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom para contar uma nova história canônica com o universo de BOTW e TOTK, o que deixou os fãs extremamente empolgados para a chegada do novo game.

Após muita expectativa, o game finalmente chegou as mãos dos jogadores no último dia 6 de novembro, e após ter derrotando milhares de inimigos pelas terras de Hyrule, finalmente trago minha análise completa sobre Hyrule Warriors: Age of Imprisonment!

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment leva a franquia de spin-offs “Warriors” para novos ares

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment
Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2) 12

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment nos leva em uma viagem no tempo pelas origens de Hyrule do universo de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, revelando em detalhes a jornada de Zelda pela chamada Age of Imprisonment durante os acontecimentos de Tears of the Kingdom. Nossa jornada se inicia logo após Zelda viajar no tempo, sendo transportada para o período onde Hyrule ainda era liderada pelo Rei Rauru e a Rainha Sofia, fundadores do reino de Hyrule desse universo.

A chegada de Zelda ao passado coincide com o início da execução dos planos de poder de Ganondorf, o líder dos Gerudo, que como contado nos eventos de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, declara guerra contra Rauru pelo controle de Hyrule, levando o reino ao caos ao se utilizar de forças demoníacas para saciar sua sede de poder.

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Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2) 13

Porém, alguns detalhes sobre o conflito se perderam com o tempo, já que um misterioso constructo humanoide acompanhado por um carismático Korok entra no tabuleiro da guerra por Hyrule, revelando que o passado ainda esconde alguns mistérios. Felizmente, o constructo se mostra estar do lado de Zelda, interferindo nos acontecimentos da guerra em favor da futura princesa do reino.

Com o destino de Hyrule em jogo, Zelda e Rauru precisam reunir aliados por todo o reino para deter os planos de Ganondorf e libertar Hyrule das garras do agora chamado Rei Demônio Ganondorf.

Uma trama divertida e despretensiosa

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Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2) 14

Por fazer parte da história canônica de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, a narrativa de Hyrule Warriors: Age of Imprisonment evita tomar riscos, se mantendo como uma história simples e que respeita tudo o que já havia sido estabelecido previamente no universo dos 2 jogos principais. Ao invés de tentar criar um enredo super bem elaborado que traria revelações bombásticas sobre o passado, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment aposta em apenas expandir o que já havia sido estabelecido, dando um desenvolvimento extra para Rauru, Sonia e até mesmo Ganondorf.

O game também aproveita as lacunas deixadas em Tears of the Kingdom para nos apresentar de uma maneira mais aprofundada os Campeões da Age of Imprisonment, desenvolvendo a personalidade e habilidades de cada um deles, além de nos dar mais detalhes sobre as tribos que habitavam Hyrule durante o reinado do Rei Rauru.

O grande elemento novo da história é o misterioso Constructo, que em termos de gameplay, tem a função de substituir Link como personagem jogável, já que o grande herói de Hyrule não está presente nessa aventura. Sua origem é um dos grandes mistérios do game, sendo muito bem encaixado com a narrativa e o universo de Tears of the Kingdom, se tornando um dos grandes motores de toda a narrativa a partir de certo ponto, passando bem longe de ser apenas um substituto para o lendário herói.

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Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2) 15
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Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2) 16

Apesar de ser um game diretamente ligado a BOTW e principalmente TOTK, a narrativa em nenhum momento força o jogador a ter qualquer tipo de conhecimento prévio do universo para ser aproveitada, já que até mesmo a chegada de Zelda ao passado é explicada logo no começo do game, permitindo que jogadores que não tenham se aventurado com Link nos 2 jogos principais consigam curtir Hyrule Warriors: Age of Imprisonment sem problemas.

O game também tem um cuidado especial em não tornar a história algo essencial para o entendimento geral de Tears of the Kingdom, sendo um complemento para os fãs que queiram saber mais sobre o universo, respeitando tudo o que foi estabelecido por Tears.

No geral, a historia de Hyrule Warriors: Age of Imprisonment cumpre muito bem o seu papel em ser um complemento para Tears of the Kingdom, expandindo o universo mas sem se alongar demais, mantendo a leveza e despretensiosidade dos spin-offs da série ‘Warriors’.

Infelizmente, o game não conta com legendas em português, o que pode ser um problema para os jogadores que não tenham um bom inglês. É uma decisão no mínimo estranha quando levamos em conta que Breath of the Wild e Tears of the Kingdom receberam localização para português,

Um musou de respeito!

No quesito gameplay, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment utiliza a base já conhecida de Dinasty Warriors e dos demais spin-offs desenvolvidos em parceria com a Nintendo. Trazendo o já famoso formato de missões em sua estrutura de gameplay, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment se mantem familiar para os jogadores que já conhecem a franquia ao mesmo tempo que abraça os novatos com menus simples e intuitivos.

Acessamos as missões através do mapa de Hyrule, que está dividido entre a superfície e o subterrâneo, assim como em Tears of the Kingdom. Nosso objetivo é bem simples: libertar os territórios tomados por Ganondorf e conseguir recursos para o desenvolvimento de Hyrule.

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Assim como em qualquer game da franquia Warriors, as missões são divididas em duas categorias: as missões principais, aqui chamadas missões de capítulo, que avançam a história do game, e as missões secundárias, chamadas de challenges, que embora contem histórias paralelas até que interessantes, tem como maior foco evoluir nossos personagens e conquistar recursos.

Também é através do mapa que temos acesso a upgrade de armas e mais recursos, que geralmente são liberados ao libertar uma certa região do mapa ou ao doar recursos.

As missões em si também fazendo uso do já consagrado formato de mapas da franquia, trazendo mapas de média escala com vários acampamentos espalhados por pontos estratégicos, sendo protegidos por centenas de inimigos ou de tropas aliadas caso esteja em nosso controle.

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Para lidar com essa imensa quantidade de inimigos na tela, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment apresenta um sistema de combate simples baseado em combos e utilização de Constructos, vindos diretamente de Tears of the Kingdom. Além dos Constructos, outros elementos vindos de BOTW e TOTK como o dodge perfeito seguido de ataques rápidos em câmera lenta também está presente, fazendo um casamento perfeito entre as duas franquias.

Desbloquearemos cerca de 20 personagens durante a jornada, com cada um deles possuindo um moveset único que pode ser aprimorado com novos combos e até mesmo misturados com Constructos, permitindo por exemplo, fazer com que o ataque finalizador de 3 hits de Zelda utilizar o Constructo de lança-chamas em seu golpes, enquanto o de 4 hits pode fazer uso do Constructo de choque.

Outro elemento que agrega muito ao sistema de combate são os ataques sincronizados, que em missões onde podem levar 2 ou mais personagens para a batalha, permite que 2 personagens se unam para desferir um ataque poderosa, fazendo uso das habilidades e aptidões de ambos. Podemos trocar entre os personagens a qualquer hora em tempo real, além de dar ordens para os personagens que não estamos controlando, o que nos permite fazer com que por exemplo, mandar 2 personagens atacarem um chefe específico enquanto você cuida de um acampamento.

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Hyrule Warriors: Age of Imprisonment acaba herdando alguns vícios do gênero, como a baixa dificuldade (com exceções de alguns chefes) e missões que se tornam repetitivas com o tempo, coisas que os fãs de musou já estão acostumados a essa altura do campeonato, mas que pode incomodar um pouco os jogadores que estão tendo o seu primeiro contato com um Warriors.

Ver uma dezenas de inimigos voando com o apertar de 2 ou 3 botões definitivamente não é algo que agrada todos os jogadores, e em Hyrule Warriors: Age of Imprisonment não é diferente. Se você é do time que odeia o gênero musou pelos seus exageros na quantidade de inimigos e a forma que os derrotamos, esse definitivamente não é o game que vai mudar a sua opinião quanto a isso.

Gráficos e performance

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment faz uso do hardware poderoso do Nintendo Switch 2 para manter os 60 FPS sem precisar abrir mão de sua qualidade gráfica e resolução para isso, fazendo uso de belíssimos gráficos em cel shading e seguindo a mesma direção de arte de BOTW e TOTK para deixar os fãs em casa. Apesar disso, a qualidade de algumas texturas e iluminação deixa um pouco a desejar, deixando nítido o fato de que o game seria originalmente um jogo da geração anterior do híbrido da Nintendo.

Diferente dos games da franquia Warriors para o primeiro Switch, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment tem uma performance extremamente estável, sem demonstrar quedas de FPS ou maiores dificuldades para rodar o game nem mesmo em situações que a tela está abarrotada de inimigos, com partículas de magia e bokoblins voando para todos os lados.

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Review | Hyrule Warriors: Age of Imprisonment (Nintendo Switch 2) 21

A trilha sonora também segue em linha com Tears of the Kingdom, trazendo ótimas faixas que lembram as melodias de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, casando perfeitamente com o gameplay e com as cutscenes da história. O game também faz uso de efeitos de áudio já característicos dos dois jogos, fazendo com que o jogador que tenha experienciado a jornada de Link se sinta em casa ouvindo sons já conhecidos.

Um jogo para fãs de ambas as franquias

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment mistura com maestria as mecânicas clássicas de Dinasty Warriors com elementos de The Legend of Zelda, criando um sistema de combate que abraça tanto os fãs de musou quanto os jogadores que nunca tiveram contato com o gênero, sendo honestamente a oportunidade perfeita para as pessoas que sempre tiveram curiosidade com o gênero finalmente darem uma chance, principalmente os fãs de Zelda.

A narrativa do game também deu um passo a frente em relação aos títulos anteriores da série, provando que os spin-offs ‘Warriors’ podem ir muito além de serem “apenas um musou”.

Claro, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment ainda mantém muitos dos elementos que fazem alguns jogadores revirarem os olhos para o gênero, mas a expansão do universo de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom somada ao gameplay extremamente divertido pode ser o ingrediente secreto para finalmente conquistar até os mais céticos em relação ao gênero.

Essa review de Hyrule Warriors: Age of Imprisonment foi produzida através de uma cópia de review do game para Nintendo Switch 2, gentilmente cedida pela Nintendo

O Review

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment

8.5 Pontuação

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment mistura com maestria o gênero musou com mecânicas de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, criando um sistema de combate extremamente divertido. A narrativa canônica para o universo de BOTW e TOTK expande o universo dos 2 jogos de maneira muito respeitosa, adicionando novos elementos interessantes a história de Hyrule sem necessariamente torna-los extremamente importantes para o universo, sendo um excelente complemento para os apaixonados pelo universo.

PRÓS

  • História interessante que complementa o universo de Tears of the Kingdom e Breath of the Wild
  • Sistema de combate extremamente divertida
  • Performance estável mantendo os 60 fps a todo o momento

CONTRAS

  • Ausência de localização para português
  • Missões se tornam repetitivas

Review detalhado

  • História 0
  • Jogabilidade 0
  • Gráficos 0
  • Áudio 0
Tags: Hyrule Warriors: Age of Imprisonment
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