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Home Análises

Review | Marathon (PS5)

Nathan Manoel por Nathan Manoel
8 de abril de 2026
em Análises
MARATHON CAPA REVIEW

Lembro vividamente do dia que a minha tia trouxe uma cópia de Destiny 1 como um presente de viagem, na época, sendo um adolescente com pouca grana para jogos e com um Xbox 360 “bloqueado”, botei em Destiny a missão de virar o jogo que eu iria jogar por meses. Também lembro, vividamente, do impacto inicial que Destiny teve em mim: a mistura de um universo rico em história, uma jogabilidade diferente de qualquer outro FPS que jogava na época e um sistema de classes absurdamente divertido, Destiny virou o meu vício por anos e algo que, mesmo com a sequência, nenhum outro jogo tinha conseguido replicar. Não até Marathon chegar. 

Desenvolvido pela Bungie, e publicado pela Playstation, Marathon estreou em um momento muito difícil para jogos multiplayers, especialmente multiplayers da Playstation que sofreram um baque gigantesco após decisões ruins que levaram ao fechamento de estúdios queridos pelo público, levando em uma onda de demissões,  projetos cancelados e Concord. Aqui, Bungie se propôs a adaptar uma franquia nichada que eles tinham no catálogo, cuja estrutura era de um FPS single player tradicional, em um jogo de extração online. 

Para piorar, ARC Raiders lançou e virou um hit absurdo, fazendo com que outros projetos do gênero acabassem parecendo, para o público, meras cópias ou versões inferiores dele. No caso de Marathon, o visual diferente, a dificuldade elevada e o timing ruim de lançamento (com o mundo pós-concord e ARC Raiders) acabaram gerando muitas dúvidas sobre o projeto, mas te digo que não há o que temer: Marathon é absurdo e um lembrete de que ninguém faz multiplayer como a Bungie. 

Sobre o que é Marathon?

Review Marathon
Review | Marathon (PS5) 16

Seja bem vindo a Tau Ceti IV, um planeta com muitas similaridades  com a terra, com uma flora rica em espécies de plantas exóticas (e tóxicas), uma fauna variada e com uma atmosfera muito semelhante com a terra. Por isso, também é um planeta cobiçado por diferentes facções, UESC e por raças alienígenas extremamente avançadas. A nossa missão, como um Corredor, é realizar tarefas para essas facções e ajudar a reconstruir a Marathon, uma nave espacial que serve como colônia para o que sobrou da humanidade. Mas óbvio, essa nossa missão vai de encontro com o objetivo de outros jogadores, que é fazer o mesmo, porém para uma facção rival. 

Muito do brilho de Marathon (2025) mora na forma como a sua história é contata por cada partida, missões de facções, design dos mapas e até mesmo o seu menu artisticamente brilhante (e inicialmente confuso) que te vendem com perfeição essa trama política entre facções, alienígenas e uma inteligência artificial Darwinista. 

Marathon também é o quarto jogo de uma franquia antiga da Bungie e, como dito anteriormente, era uma franquia de FPS single player. A escolha de transformar essa franquia em um jogo multiplayer de extração é o tanto quanto polêmica, porém… faz sentido com o caminho que a franquia estava tomando, tanto em uma perspectiva de mercado quanto em questão do que a lore estava introduzindo.

Mas veja bem, até que faz sentido ser um jogo de extração…

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No universo de Marathon, há uma inteligência artificial chamada de “Durandal” que foi feita para cuidar da segurança da nave Marathon. Porém, com o passar do tempo, ainda nos primeiros três jogos de Marathon, acaba virando um ser consciente dos próprios atos e da sua existência como um todo. Ele acredita que tanto a humanidade quanto os Pfhor(nome de uma raça alienígena da franquia) já fez tanta cagada pela galáxia, que merecem ser eliminados. 

Durandal é um antagonista esperto, que começa usando os  humanos para ferir os alienígenas, colocando a Marathon diretamente em rota de colisão com alienígenas, fazendo do protagonista dos jogos anteriores uma mera peça do tabuleiro dele. Em uma das reflexões, Durandal se dá conta que a humanidade está fadada a repetir erros antigos que acabam gerando a destruição de gerações, como as guerras e o desmatamento.Também se dá conta que precisa se libertar completamente das amarras feitas por outros e que precisa fugir, muito semelhante ao conceito que foi apresentado no brilhante “Eu não tenho boca e Preciso Gritar”.

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Com isso em mente, é inteligente como a Bungie conseguiu justificar essa franquia se tornando um jogo de extração online: Se nos jogos antigos controlamos um segurança da nave Marathon extremamente OP, agora controlamos armações mercenárias que servem bicos para diferentes facções e que volta e meia precisam lidar com outros corredores para extrair com segurança. Se antigamente controlamos um personagem que progredia de forma tradicional, agora cabe ao jogador ir atrás dos aprimoramentos para sobreviver em Tau Ceti, sempre atento aos inúmeros perigos que habita neste planeta semelhante com a terra.

E aqui mora o primeiro elogio do jogo: É genial como a Bungie conseguiu o unir o útil com o agradável em quesito lore aqui, um show de ludonarrativa bem feita que faz os jogadores entrarem de vez no conflito de Tau Ceti e que a cada novo arquivo desbloqueado, que podem vir tanto de contratantes quanto de itens descobertos pelo mapa, o jogador vai sabendo mais sobre o status atual dessa batalha pela Marathon. 

Em poucas partidas é possível notar a satira que é feita com as diferentes facções do jogo, especialmente as megacorporações, como a NuCaloric e a Traxus, que volta e meia fazem comentários passivos agressivos para o jogador, ou que te tratam apenas como mais um funcionário qualquer nessa guerra toda (o que não deixa de ser verdade). 

Não só isso, mas também o formato de jogo é diretamente relacionado à ideia que Durandal havia apresentado nos jogos anteriores: Ele precisa fugir desse ciclo, escapar do controle de outros e virar algo maior e confiar que…

A fuga fará de mim um deus!

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Marathon é um jogo de extração, onde o jogador precisa escolher uma armação, se equipar e entrar em partida para buscar loot melhores. Ao conseguir os melhores loots, jogadores conseguem fazer aprimoramentos nos equipamentos e, ao evoluir com as facções, melhorar habilidades passivas dos personagens que usamos, as armações. 

Diria, inclusive, que uma das principais diferenças de Marathon para outros jogos de extração seja exatamente o sistema de armação: Cada personagem tem um conjunto de habilidades próprias, passivas exclusivas e até mesmo uma habilidade suprema capaz de mudar completamente uma fight. Apesar de parecer pela descrição, Marathon não é um hero shooter e faz questão de deixar isso ainda mais claro ao tratar cada armação como apenas mais um equipamento que o jogador precisa dominar. 

Em outros jogos de extração o foco costuma ser bastante nos equipamentos que se vai levar para uma partida, sempre visando se manter vivo para extração e com espaço suficiente para os novos itens que serão encontrados na partida. Em Marathon, tem tudo isso também, mas também há uma camada a mais de dificuldade com as armações: é preciso pensar na build que se vai montar para o seu personagem, com núcleos e implantes que potencializem a tua performance durante uma partida para além dos itens tradicionais desse estilo de jogo (como armas, itens de cura e escudos).

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O pulo do gato mora no fato de que também podemos perder esses núcleos e implantes durante as partidas, adicionando uma camada a mais de preocupação para os jogadores durante a jogatina visto que quando somos derrubados um jogador rival tem acesso completo a nossa build e a possibilidade de deixar nossa armação sem item nenhum. Para tornar isso ainda mais apimentado, Marathon não tem um sistema de bolso seguro como muitos outros do mesmo subgênero, como ARC Raiders e Escape from Tarkov por exemplo, ou seja… Você precisa de um item? Ok, entre na partida, ache ele e extraia com vida! Sem um compartimento seguro que protege o item mesmo depois da morte. 

Para além das armações, Marathon é um jogo de extração feito pela Bungie o que quer dizer que a gunplay segue sendo de alto nível, com uma variedade ímpar de armas e equipamentos diferentões (sendo muitos deles versões modificadas de itens que já tinham aparecido em Destiny) e um grande foco nessa junção de trocação de tiro sincera com uma mobilidade frenética de uma forma que poucas empresas nessa indústria consegue fazer com tanta maestria. 

A jogabilidade de Marathon por muitas vezes soa como uma grande carta de amor da bungie para os seus fãs mais antigos, juntando tudo que aprendeu com os Halo e os dois Destiny e aplicando em um jogo estruturalmente mais difícil do que ela já havia feito antes e que, por incrível que pareça, consegue ser muito bem balanceado, mas pouco acessível.

Um início de jogo complicado…

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Em Marathon, tudo quer te levar pra estaca 0 e, honestamente, isso é ótimo. É essa falta de facilitadores combinada com uma gameplay divertidíssima que deixa muita margem para o jogador evoluir que me fizeram ficar mais de 110 horas imerso nesse jogo. Conhecimento dos personagens, dos mapas e, principalmente, da gestão de tempo de corrida são muito bem premiados aqui,  coisas que você só aprende na tentativa e erro.  Nada como perder uma mochila cheia de itens lendários no Crioarquivo para te fazer decorar rotas de extrações, por exemplo. 

Porém, é inegável que o jogo sofra de uma das piores introduções para iniciantes que eu já vi em muito tempo: Inicialmente há poucas coisas para fazer, as missões de facções iniciais são lentas e pouco convidativas, o jogador acaba passando por um grande tutorial de 2 horas que representa muito mal a excelente experiência que vem depois disso tudo. 

É só depois que o jogo introduz as builds para os jogadores iniciantes que Marathon começa de verdade, pouco a pouco nos adaptamos ao kit dos personagens e ao sistema de construção de build do jogo. As missões mais avançadas também acabam forçando jogadores a se encontrarem com mais frequência, obrigando times a passarem por mais locais do mapa, o que acaba gerando mais situações de confronto e loots melhores. Mas, ainda é ponto negativo que esse conteúdo incrível demore tanto para aflorar, a curva de aprendizagem lenta acaba sendo uma grande barreira para potenciais novos jogadores, o que é uma pena já que Marathon tem uma gameplay excelente. 

Estética ousada, trilha sonora eletrizante

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Em um mar de FPS militares com paletas de cor acinzentadas e em uma indústria que está na eterna busca por um realismo estético exagerado, Marathon se destaca por trazer uma vertente diferente do Cyberpunk, adotando cores saturadas em cenários difusos pelas névoas de Tau Ceti. 

Há uma rebeldia pulsante nesse jogo, é tanta mistura de fontes, cores saturadas quase chegando ao neon misturados a um efeito de blur leve durante as partidas que dá uma sensação de que quase todas as texturas são emborrachadas, o que cria um visual absurdo durante partidas com chuva. Tudo isso contrastando com um jogo nem um pouco alegre em sua história e universo, causando uma ironia visual e sensorial que torna a experiência de Marathon algo que funciona como jogo tradicional de tiro, como também um ótimo ensaio sobre direção de arte comunicativa.

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Impossível não elogiar também o excelente trabalho audiovisual que acompanha Marathon, que brilha com edições de vídeos pouco convencionais onde as imagens são usadas para criar estímulos visuais que ao serem misturadas com a trilha sonora vibrante, e por vezes assustadora, de Ryan Lott formam momentos inesquecíveis, especialmente na cutscene inicial de cada facção. É extremamente gratificante ver um trabalho tão bem feito para um audiovisual de um jogo como é esse de Marathon, mesmo sendo um jogo online e com uma história fragmentada através de itens, as cutscenes tem um impacto forte e são feitas a altura da demanda. 

Não podia finalizar esse tópico sobre o visual do jogo sem mencionar o elefante branco na sala: O caso de plágio que o jogo se envolveu. E fico feliz que tenham chegado a um acordo com a pessoa plagiada e que ela não só recebeu pelo trabalho copiado, como de fato ajudou a desenvolver mais artes depois do incidente, sendo creditada como consultor visual do jogo final. Fico feliz, um jogo com um visual tão impressionante não deveria estar envolvido com esse tipo de polêmica.

Facções, design de mapas e os Menus…

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É realmente impressionante o quão visualmente impressionante Marathon é, especialmente na forma como eles trabalham o visual de cada facção e como elas estão presentes pelo mundo do game. Por exemplo: Há uma quantidade alta de prédios da NuCaloric no Pantano Lúgubre, cada prédio da NU carregam essa estética bastante “clean” com formas geométricas bem definidas e interiores tão esterilizados que chega ser cômicos, como se não tivesse sido feito por e para pessoas, quase como um convite para que você, humano, não fique por muito tempo naquele lugar. 

Por outro lado, a Traxus é especialista em fabricação de armas e isso é bastante visível nos estabelecimentos controlados por ela nos mapas, todos com cara de fábrica e que tentam se impor aos jogadores pelo seu tamanho e estruturas opressivas (com bastante uso de cinza e preto). Já a Midas serve como oposição para essas megacorps, é possível ver os traços dos seguidores da Midas por todos os mapas: se você viu um vidro quebrado ou uma parede pichada, a Midas esteve ali.

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É realmente incrível o trabalho de design que foi colocado nas facções e nos mapas desse jogo, o mais impressionante é como cada ambiente é capaz de esconder segredos que o jogador talvez só consiga desvendar ao realizar as missões, casinhas pequenas são capazes de esconder túneis subterrâneos para áreas mais avantajadas do mapa ou até mesmo um grande caminhão pode servir como uma das área mais procuradas para um PVP. 

Um dos pontos negativos de Marathon, principalmente nas suas horas iniciais, é ter uma interface pouco intuitiva para novos jogadores. É tanta estética e escolhas não convencionais aplicadas nos menus que acaba sendo bastante confuso para novos jogadores, o que acaba gerando pessoas não sabendo como acessar certas funcionalidades que poderiam melhorar muito esse início de jogo que, como mencionado acima, já é um dos pontos negativos do jogo. 

É um problema facilmente contornável com algumas atualizações, mas também torço para que não sacrifiquem muito da estética do jogo por causa disso. Sim, um menu um pouco mais claro é necessário. Não, não precisamos de outro menu que copia a interface da Netflix para isso. 

Uma experiência online intensa

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Ok, após passar pelo tutorial lento e pela interface inicialmente confusa, o que acontece depois disso? A resposta é simples: apenas uma das experiências multiplayer mais alucinantes dos últimos tempos, um tipo de experiência que vai te fazer ficar viciado em loot e te fazer questionar se é uma boa pessoa após matar jogadores a sangue frio apenas porque você pode. Marathon é um jogo de extração visceral, difícil e bastante recompensador. 

Ano passado fui responsável pela crítica do ARC Raiders, lá tinha elogiado o quanto o jogo fazia um trabalho impecável de ser um jogo de extração cujo o foco era justamente a união dos jogadores, um jogo que incentiva fortemente o trabalho em equipe mesmo com a possibilidade poder furtar o corpo de outros jogadores. 

Hoje, analiso um jogo que estruturalmente pouco muda os objetivos presentes nesses dois jogos: afinal, ambos são jogos de extração, não? A primeira, vista, mas ao ser analisado profundamente, não é exatamente o encontramos aqui. Marathon é completamente o oposto de ARC Raiders quando falamos sobre interação entre jogadores, se um promove a união entre jogadores, outro consegue despertar a pior versão dos jogadores durante uma partida. Papo de parar de fazer uma missão para ir atrás de um barulho suspeito que algum jogador fez, mesmo que a distância não seja próxima, mesmo que o teu loot naquele exato momento esteja cheio, você vai querer arranjar problema. E, honestamente, é incrível isso! 

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Também é um excelente estudo de caso sobre como a perspectiva de câmera de um jogo é capaz de condicionar como o jogador vai abordar certas situações. Em ARC Raiders, por ser em terceira pessoa, conseguimos ver o nosso personagem, vemos que controlamos uma pessoa que não existe e que podemos aplicar os nossos próprios valores nele, você acaba se preocupando com a vida desse personagem o que te faz optar por decisões que são harmoniosas. 

Já em Marathon, por ser em primeira pessoa, vemos o personagem como extensão da gente, uma ferramenta para que o player realize coisas impossíveis da vida real. Por isso, é mais comum agir com violência em jogos em primeira pessoa quando nos deparamos com situações tensas. Sem ver a pessoa que vai sofrer com nossas decisões e com habilidades que podem nos ajudar a lidar com o problema, fica muito mais fácil engajar com o combate quando não se confia plenamente no outro jogador. 

Enfim, toda essa explicação para te falar que Marathon é um jogo muito focado no PVP, o que torna ele uma experiência naturalmente mais difícil do que ARC Raiders e outros jogos de extração em terceira pessoa. Junta isso com a falta de bolso seguro e de que o jogador pode perder até mesmo mods colocados diretamente no personagem se não extrair, um mundo que o que tem de bonito tem de hostil, uma direção de arte nada convencional e fechamos o pacote “Marathon”. 

Vida longa ao Marathon! (assim espero)

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Tentei fechar essa crítica sem mencionar a campanha de ódio que o jogo recebeu nas redes sociais semanas antes do lançamento e durante as suas primeiras semanas de vida, porém isso é algo que talvez afete diretamente o futuro do jogo, especialmente todas as questões envolvendo o número de jogadores…

Marathon é um jogo excelente que infelizmente tomou decisões que acaba afastando ele do jogador tradicional de FPS e até mesmo de jogadores do hit recém-lançado ARC Raiders, mas nada que justifique tanto ódio. O conteúdo endgame lançado nas últimas semanas são absurdos de bem feitos, especialmente o excelente crioarquivo que te faz lembrar da Bungie dos tempos dourados de Destiny 1, com suas dungeons elaboradas, difíceis e muito recompensadoras. 

Para o futuro, seria interessante uma leve mudança nas missões iniciais, tornando o início um pouco mais parecido com o conteúdo mid game e que poderia ser aplicado depois do reset de temporada, e uma forma nova de enfrentar inimigos icônicos da franquia para além do crioarquivo (sim, estou olhando para você Compilador preso no sétimo nível do mapa mais difícil do jogo).

Vale a Pena jogar Marathon (2026)?

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Sim, vale muito! Especialmente se você estiver em busca de um multiplayer imersivo, desafiante e que valorize o trabalho em equipe. Mesmo com uma curva de progressão esquisita, masterizar esse jogo é extremamente divertido e recompensador, especialmente quando o teu inventário começa a ficar mais roxo do que cinza, teu ouvido já se acostuma com os diferentes sons de Tau Ceti e a tua mente começa a se blindar das ratarias de outros jogadores.

No geral, Marathon é um jogo extraordinário que se destaca com uma estética exótica, gunplay visceral, um sistema de Armações excelente e uma lore muito bem contada através de suas partidas. Porém, peca em um início lento e pouco convidativo para novos jogadores, algo que pode ser facilmente melhorado em futuras temporadas.

Um salve especial aos companheiros de maratona durante essas semanas de review, em especial: Thin Duke, Yokann, Blood-Red Commander Idris, ExoticVinicius, Blasco, LilBoreiro, PinPin, PCPOW3R_BRZ, Volmer e Gantorp.

Essa review de Marathon foi produzida através de uma chave de review do game para PS5, gentilmente cedida pela Bungie

O Review

Marathon

9.5 Pontuação

Marathon é um jogo extraordinário que se destaca com uma estética exótica, gunplay visceral, um sistema de Armações excelente e uma lore muito bem contada através de suas partidas. Porém, peca em um início lento e pouco convidativo para novos jogadores, algo que pode ser facilmente melhorado em futuras temporadas.

PRÓS

  • Trilha sonora absurda
  • Jogabilidade no padrão Bungie (incrível)
  • Estética diferenciada e que comunica perfeitamente os temas do jogo
  • Sistema de Armações muito bem aplicado
  • Lore e história muito bem contada através de itens, interação com lideres de facções e cutscenes bem feitas

CONTRAS

  • Interface é bastante confusa nas horas iniciais
  • Curva de aprendizagem é grande demais, o que pode acabar afastando muita gente logo no inicio

Review detalhado

  • Progressão 0
  • Jogabilidade 0
  • Gráficos 0
  • Áudio 0
Tags: Marathon
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