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Home Análises

Review | Painkiller (PS5)

Nathan Manoel por Nathan Manoel
29 de outubro de 2025
em Análises
PAINKILLER 5

Desenvolvido pela Ashnar Studios e publicado pela Saber Interactive, Painkiller é o reboot de um clássico de PC com o mesmo nome lançado em 2004. Dessa vez, a franquia abre mão de uma aventura single player linear, muito semelhante aos primeiros Doom’s, para focar em uma aventura cooperativa de até 4 jogadores. A dúvida que fica é:  Essa mudança foi uma boa? É isso que você vai descobrir na nossa review da Manual dos games. 

Serei o mais honesto possível nessa review, começando pelo fato de eu realmente não era familiar com a franquia até ver um gameplay do reboot pelos recomendados do youtube. As armas malucas que soltam estacas e raios lasers, a verticalidade, a velocidade dos movimentos e os demônios sendo picotados em um gameplay frenético me deixaram animados pelo jogo e ,honestamente, me fizeram ir atrás do jogo original em preparação para essa review, o que foi ótimo pois descobri uma pérola dos anos 2000. 

Por ser fã de shooters frenéticos, o reboot de Painkiller parecia a opção perfeita para saciar a minha vontade de boomer shooter depois do (ótimo) Doom: The Dark Ages. E não é que valeu a pena conhecer essa franquia? Porém, o reboot chegou ao mercado com muitas ressalvas. 

PAIINKILLER 3
Review | Painkiller (PS5) 7

Um novo Painkiller para uma nova geração

No Painkiller original, acompanhamos Daniel Garner lutando por redenção no purgatório depois de morrer junto com a sua esposa, em um acidente de trânsito causado por ele. Enquanto a esposa vai direto para o céu, ele fica preso no purgatório com a missão de matar quatro generais de Lúcifer para se purificar e subir para o céu, ao decorrer da trama descobrimos que Daniel estava sendo usado como peça dos anjos para enfraquecer o inferno e que a purificação não iria acontecer. 

A premissa de um herói ranzinza amaldiçoado pela própria culpa, a trilha sonora heavy metal e o design das armas edgy eram o suco dos anos 2000, aquela vibe de “filmes de tio” cheia de frases de efeito e um protagonista bruto que fazia tanto sucesso na época deram um charme a mais para o jogo quando fui jogar ele. Também foi nessa visita recente que comecei a me preocupar com o reboot.

Em Painkiller de 2025, acompanhamos um grupo de 4 humanos presos no purgatório com a missão de impedir os planos do demônio Azazel de levar o inferno para a terra, eles aceitam a missão pois querem purificar a alma e subir ao céu. Dessa vez não controlamos um boomer que quebra as leis de trânsito e faz merda, agora controlamos um grupo de pecadores onde os pecados pouco importam, o foco acaba sendo o que cada um traz para a gameplay com seus atributos e… skins. 

É através da história que podemos reparar os primeiros defeitos de Painkiller (2025), o foco excessivo no coop acabou afetando diretamente no desenvolvimento da lore do jogo. No universo de Painkiller, há uma visão um tanto quanto pessimista sobre os Anjos, colocando eles como funcionários de Deus que enganam humanos para obter vantagens no apocalipse, no reboot isso mal é explorado pois o jogo ta mais preocupado em fazer os personagens soltarem piadinhas sem graça durante o combate ou, quando tentar aprofundar a história de um dos personagens, te joga uns blocão de texto desinteressante durante sequências com pouca ação.

PAIINKILLER 7
Review | Painkiller (PS5) 8

Se o Painkiller de 2004 já não era lá muito original na época por repetir padrões do gênero muito populares durante aquele período da cultura pop, Painkiller 2025 é ainda pior pois repete muitos clichês de hero shooters e jogos cooperativos tirando um pouco da tragédia que o universo de Painkiller tinha. O jogador desde o começo sabia que Daniel não iria completar o objetivo, mas a forma que a história era contada dava um pouco esperança de que esse personagem quebrado e maluco iria fazer essa maluquice. No reboot, você não se interessa pelos personagens em nenhum momento porque as histórias deles são genéricas e muito mal contadas, regadas por diálogos fracos e que, honestamente, cortaram quase que por completo meu interesse pela história.

RIP and Tears! ou algo desse tipo..

Se na história o reboot de Painkiller decepciona, na gameplay ele consegue fazer um bom trabalho, mas nada muito além disso. Aqui, temos armas maneiras visualmente e que oferecem uma boa variedade para os jogadores escolherem, com cada uma delas tendo pelo menos duas opções de disparos diferentes, tendo suas próprias particularidades e utilidades durante os combates.

De disparos de gelo a um raio laser avassalador, o jogador precisa escolher bem qual arma vai usar nas incursões, por exemplo: disparos de gelo e fogo causam um grande ataque em área e efeitos de status negativos nos inimigos, como congelamento e queimaduras que podem se espalhar para inimigos ao redor. Diria inclusive que são as escolhas mais seguras para as primeiras incursões, mas ao liberar outros elementos fica nítido que há opções melhores, o que acaba promovendo a variedade no gameplay. Uma dessas opções melhores é o raio laser, com esse tipo de elemento você pode soltar um raio que destrói tudo na direção da arma e, caso o inimigo não morra com o raio inicial, faz com que eles explodam. 

Outras opções também incluem um raio laser que destrói tudo a sua frente, um raio imobilizador que, como o nome sugere, imobiliza e enfraquece os demônios para kills fáceis para o time e muitas outras opções.

PAINKILLER 11
Review | Painkiller (PS5) 9

Para formar uma boa build é preciso fazer uma boa combinação de cartas de tarô, que funciona como um sistema de perks onde o jogador precisa comprar cartas de habilidades para ganhar bônus durante as incursões. As cartas de tarô vem de forma aleatória e no fim de cada run são queimadas, deixando o espaço de cartas vazio para que o jogador pense na próxima build. Porém, depois de usadas, o jogador pode escolher entre comprar uma carta aleatória nova ou só restaurar a que já foi usada. É um sistema interessante, mas só é realmente útil ao jogar as incursões em dificuldades mais elevadas. 

O problema disso tudo é que o gunplay não é tão satisfatório quanto se espera de shooters desse tipo, as armas e habilidades são visualmente maneiras mas ao jogar com elas parece tudo sem peso. Para piorar, os inimigos não dão desafio, eles são burros demais, nem para cercar o jogador direito eles conseguem fazer, e só causam algum tipo de dificuldade quando veem em multidões. Como alguém que terminou todas as incursões principais duas vezes, uma no normal e outra no difícil, foi um pouco desmotivador não ter inimigos a altura das armas e cartas de tarô que estava usando. 

Em resumo, o reboot de Painkiller oferece boas opções de armas e mecânicas de gameplay para fazer o jogador aniquilar o purgatório inteiro, mas não entrega uma dificuldade a par das coisas que são oferecidas ao jogador, ainda mais levando em consideração que jogamos o jogo inteiramente em coop (ou com bots). 

Um cooperativo desbalanceado!

PAINKILLER 9 1
Review | Painkiller (PS5) 10

Falando no coop, o reboot de Painkiller tem como principal foco entregar um arena shooter cooperativa, mas que falha em balancear os desafios para que todos os jogadores da party possam se divertir. Há missões que o número de inimigos é tão baixo que chega ser decepcionante, já que muitas vezes, todos os inimigos da sala serão derrotados antes mesmo que você tenha a oportunidade de entrar no combate de vez. Em outros momentos, a quantidade de inimigos na tela é tão grande que o jogador perde completamente o controle sobre as coisas que estão acontecendo na arena, virando um festival de tiro pra todo lado com a tela cheia de números. 

Diria que falta um posicionamento de inimigos melhor e um level design mais elaborados para que os 4 jogadores consigam se locomover e meter bala nos demônios de forma mais satisfatória. Vale pontuar que caso não conheça pessoas com o jogo, ou caso o matchmaking demore muito para formar um grupo com jogadores aleatórios pela rede, é possível jogar a campanha com bots, que honestamente, se provaram como bons companheiros, obedecendo às ordens do jogador sobre onde se posicionar e raramente são mortos em batalha, nos deixando livre para apenas o focar no próprio gameplay sem precisar se preocupar com o que a IA está fazendo. 

PAIINKILLER 2
Review | Painkiller (PS5) 11

As missões do jogo vão de 8 ao 80 muito rápido, contando com ótimas missões que te deixam empolgado com cenários lindos e boas sequências de tiroteio, com uma duração ideal para replays e com setpieces interessantes, mas também com várias missões que deixam muito a desejar, beirando o tédio, lotadas de repetições e com uma duração exagerada. Para um jogo de apenas 9 missões no lançamento, essa gangorra de qualidade acaba afetando muito o fator replay do jogo, já que embora algumas missões sejam realmente MUITO legais, existem aquelas missões que, pelo menos eu, não gostaria de retornar tão cedo.

Essa gangorra de qualidade também afeta as boss fights, já que apesar de serem são boas, sua dificuldade cai drasticamente ao serem jogadas em cooperativo online, já que uma boa coordenação e noção de espaço é o suficiente para aniquilar todos os chefes principais do game. Não me leve a mal, as boss fights ainda assim são maneiras, visualmente bonitas, com um destaque especial para a luta final, mas o sentimento de que poderiam ter feito um melhor trabalho no balanceamento dessas lutas é uma constante.

Vale a pena jogar Painkiller?

Honestamente, Painkiller (2025) é um jogo mediano que tem seus bons momentos. Afinal, é muito difícil fazer um shooter com uma arma que solta estacas e lasers contra demônios algo chato, mas o gunplay fraco e fases com estruturas pouco inventivas acabam minando esse potencial. Apesar de ter conhecido a franquia recentemente, é nítido que com exceção de alguns detalhes da lore do jogo original, como a personalidade dos anjos e demônios e seus métodos de trabalho, pouco se manteve do original.

Diria também que o foco no cooperativo enfraqueceu o que poderia ser o retorno triunfal de um clássico esquecido do PC, ainda mais com o embalo que outros jogos trouxeram para os boomer shooter recentemente nessa última década, trazendo o interesse do mainstream mais uma vez para as franquias de fps mais hardcore. A história e os personagens principais de Painkiller também se tornaram uma vítima dessa tentativa de transformar Painkiller em uma aventura cooperativa, com personagens desinsteressantes e um universo que, embora seja interessante, acabou sendo mal desenvolvido.

Se você busca um shooter  cooperativo para se divertir com um grupo de amigos, Painkiller pode sim ser uma boa pedida. Porém, é preciso levar em consideração os inúmeros deslizes cometidos pelo game. Painkiller é um jogo divertido e brutal, porém a impressão que fica ao concluir as 3 incursões é que o jogo já tem uma data de validade visto a concorrência no mesmo gênero e suas escolhas criativas pouco inspiradas. 

O Review

Review - Painkiller (PS5)

7 Pontuação

Se você busca um shooter  cooperativo para se divertir com um grupo de amigos, Painkiller pode sim ser uma boa pedida. Porém, é preciso levar em consideração os inúmeros deslizes como gunplay sem peso, inimigos fáceis e níveis pouco criativos que o jogo tem.

PRÓS

  • Armas maneiras
  • Lutas contra chefes divertidas
  • Coop tem seus bons momentos

CONTRAS

  • Personagens desinteressantes
  • Gunplay sem peso
  • Inimigos não dão dificuldade
  • História muito fraca

Review detalhado

  • História 0
  • Jogabilidade 0
  • Áudio 0
  • Gráficos 0
Tags: Painkiller
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