Lançado originalmente em setembro de 2023 para Xbox Series X|S e PC, Starfield foi por meses um dos games pedidos e aguardados para chegar ao PS5 com a nova estratégia da Microsoft. Cerca de 2 anos e meio após ter pousado nas plataformas Xbox, o RPG mais ambicioso da história da Bethesda finalmente chegou ao console da Sony, fazendo a alegria dos fãs de Todd Howard que aguardavam ansiosamente a chegada de Starfield ao PS5.
Lançado para o PS5 no último dia 7 de abril, finalmente tive a oportunidade de explorar o vasto universo criado por Todd Howard, e após ter fugido de caçadores de recompensas, enfrentado piratas espaciais, fugido de mais alguns caçadores de recompensas, ter me tornado um funcionário exemplar em uma das empresas mais poderosas dos Sistemas Colonizados, e enfim, descoberto os segredos do universo, finalmente chegou a hora compartilhar minhas experiências em nosso review completo de Starfield!
Como o próprio universo, Starfield entrega uma infinidade de erros e acertos

Concebido como o jogo dos sonhos de Todd Howard, Starfield leva o jogador por uma jornada épica entre as estrelas no futuro distante de 2330, onde a humanidade abandonou a Terra e o Sistema Solar para colonizar toda a Via Láctea. Não somos inseridos nesse universo como um veterano de guerra ou como um escolhido dos cosmos enviado para salvar a galáxia, mas sim como um simples minerador, que tira o seu sustento das profundas minas no distante planeta Vectera, que tem o seu destino completamente alterado após entrar em contato com um estranho artefato, que lhe mostra estranhas visões do universo.
Como de padrão nos jogos da Bethesda, nosso personagem pode ser totalmente customizado, sendo o criador de personagem a primeira grande melhoria feita pela Bethesda para essa nova versão da Creation Engine. A disposição do melhor criador de personagem em um RPG da desenvolvedora, podemos modificar praticamente toda a estética de nosso personagem nos mínimos detalhes, sem restrições relacionadas a gênero ou tipos corporais.


Abraçando a sua proposta de permitir que o jogador viva a sua fantasia espacial dos sonhos, Starfield também traz um sistema de background para o seu personagem, que influenciará não apenas as suas habilidades iniciais mas também a percepção de vários NPCs sobre o seu personagem, podendo abrir (ou fechar) opções de diálogo exclusivas durante a sua jornada.

Após criar nosso personagem, passar por um rápido tutorial dos comandos básicos de Starfield e termos nosso primeiro contato com um estranho artefato que nos mostra visões pra lá de estranhar sobre o universo, somos apresentados finalmente a Via Láctea de Starfield, uma vasta galáxia repleta de sistemas, satélites e planetas totalmente exploráveis.
Mas é claro que antes de nos jogarmos na imensidão das galáxias precisamos primeiro saber o que exatamente foram aquelas versões, o que nos leva até uma organização conhecido como Constelação, um grupo de exploradores que procuram e estudam esses artefatos. Ao serem informados sobre a nossa experiência com o artefato, somos instantaneamente convidados a nos juntar ao grupo, tendo um único objetivo em mente: explorar cada canto da galáxia e reunir todos os artefatos, não importando os meios usados para isso.
Um universo de possibilidades
Apesar de Starfield se iniciar com uma grande ênfase em sua missão principal de coletar os artefatos, rapidamente o game mostra a sua verdadeira face, se revelando como um imenso RPG em que as missões secundárias se tornam o verdadeiro objetivo principal, utilizando as missões principais como um pano de fundo para justificar um objetivo final para aventura, servindo mais para nos apresentar a alguns conceitos e nos dar um objetivo final para a jornada.

Falar da narrativa de Starfield é um tanto quanto complicado, já que honestamente, o game se abre o suficiente para que o jogador trace a sua própria história dentro desse universo. Uma viagem entre um planeta e outro ou até mesmo entre um ponto a outro de uma cidade irão abarrotar a sua lista de quests, seja por uma nave estranha ter tentado contato enquanto você chegava a um planeta, uma chamada de rádio pedindo socorro, ou simplesmente por ter ouvido uma fofoca entre 2 piratas. Tudo isso vai constantemente tomar prioridade da missão principal, ou não, dependendo unicamente do quão imerso você vai estar na fantasia de explorador galactico.
Em um momento, eu estava me dirigindo a um planeta cuja sua capital lembra muito cidades cyberpunk atrás de um vendedor que possuía um dos artefatos, e quando me dei conta, 5 horas depois, estava no topo de umas das principais empresas desse planeta, após ter passado as ultimas 4 horas me aventurando em uma história de espionagem industrial repleta de reviravoltas e decisões difíceis tomadas por mim. E o mais engraçado? Eu sequer cheguei a encontrar com o vendedor e recuperar o artefato durante esse tempo.
O mais impressionante é que nada disso é forçado ou jogado na sua cara sem motivo, já que tudo é meticulosamente construído para fazer sentido dentro do universo de Starfield, te dando a impressão de que as coisas seguiriam seu rumo com ou sem a sua presença ali. Todas as facções e todos os conflitos apresentados são extremamente bem construídos e possuem um forte apego narrativo que VÃO te fazer se importar com a jornada e o desfecho daquela linha de quests.
E aí você pode dizer: “bem, mas isso é todo jogo da Bethesda.” E… Bem, sim, isso é a fórmula básica de todo game da Bethesda, porém, Starfield fez algo um pouco diferente. Em Fallout 4, por exemplo, por mais que façamos “desvios” pelo caminho, todos esses desvios acabam se entreleçando com o objetivo principal de nosso personagem: encontrar o seu filho. Nós nos unimos as facções de Fallout 4 com o intuito de que uma delas nos auxilie em nossa empreitada contra o Instituto, nós ajudamos os Minutemen pois acreditamos que ajudar a Comunidade pode de alguma nos ajudar nessa procura, o que não acontece em Starfield.
Nós não dependemos da ajuda das corporações de Neon, ou da Vanguarda e de nenhuma das outras facções para encontrarmos os fragmentos. Na verdade, o jogo faz questão de deixar bem claro que eles NÃO irão ajudar em nossa missão principal. O único motor que guia você e o seu personagem para esses “desvios” no caminho durante as missões principais é simplesmente a aventura e a imersão na fantasia de ser um explorador espacial, ou um pirata espacial, ou seja lá o que você decidir ser nesse universo.
Curiosamente, nossos próprios companheiros da Constelação irão de certa forma nos motivar a simplesmente esquecer as missões principais e explorar o universo, já que segundo eles, desde que seus negócios pessoas não atrapalhem os objetivos da Constelação, bem… Eles são seus negócios pessoais! Claro, os companions que estiverem te acompanhando vão julgar cada uma de suas ações nessas missões secundárias, mas o impacto dessas missões na “missão principal” de Starfield é basicamente nulo, dando a impressão de que, as missões principais que são os verdadeiros “desvios” no caminho.


A cada novo sistema que entramos o universo de Starfield se expande de uma maneira única, nos dando a possibilidade de sermos quem quisermos no universo. Quer simplesmente fazer roleplay de pirata espacial? Você pode! Caçador de recompensas? também! Se juntar a Vanguarda e honras o seu papel como protetor dos Sistemas Colonizados e passar toda a jornada sem cometer uma única infração? Fica a vontade!
É claro, Eventualmente você irá retornar a missão principal, o que de longe é a pior parte de todo o jogo. Boa parte das missões principais são missões que envolvem ir até um local, recolher o artefato e retornar para a sede da Constelação. As coisas demoram um bocado a ficarem interessantes, e traz alguns questionamentos bem interessantes a respeito da natureza humana, principalmente sobre nossa sede por conhecimento e progresso a qualquer custo. A impressão que tive é que Starfield é um jogo que prioriza tanto a jornada que o fim simplesmente fica de escanteio.
Mas como esperado um sistema tão complexo com um emaranhado de histórias e linhas narrativas diferentes tem falhas, e MUITAS falhas!
Para começar, o sistema de diálogos foi extremanete simplificado, sendo ainda mais simples do que as opções de diálogo de Fallout 4. Geralmente teremos a opção de dar uma resposta positiva, uma resposta neutra, uma resposta negativa ou questionar o NPC para extrair mais informações antes de tomarmos nossa decisão. Até aí, tudo legal, tudo bacana, porém, é quando o sistema de persuasão entram em cena que tudo começa a desandar

Assim como nos demais jogos da Bethesda, nossas chances de persuadir os outros NPCs será decidido através de nossos pontos em persuasão, que aumentarão ou diminuirão as chances de sucesso de acordo com as respostas dadas, e caso você falhe, o NPC não irá te dar as informações que você precisa ou um tiroteio se iniciará, correto? Bem, em Starfield não é bem assim que funciona…
Por diversas vezes eu falhei a persuasão mas, por nenhum motivo aparentemente, o NPC em questão simplesmente teve uma subita mudança de pensamento e me deu as respostas que eu precisava, jogando pela janela toda a imersão criada até aquele momento.

Os diálogos também não são dos melhores em boa parte do tempo, com diversos diálogos expositivos ou monólogos que não acrescentam em nada a narrativa, o que acaba tornando algumas sessões mais longas (e chatas) do que deveriam ser. Não me leve a mal, Starfield entrega momentos grandiosos e sabe imergir o jogador nessa fantasia de exploração espacial como nenhum outro game da indústria conseguiu até hoje, mas é evidente que a quantidade absurda de missões disponíveis acabou prejudicando o game nesse aspecto narrativo.
Trocando em miúdos, a narrativa de Starfield funciona caso o jogador seja fisgado pela imersão e quase infinitas possibilidades que se abrem desde a primeira hora de game, dependendo quase que exclusivamente do jogador comprar a fantasia de criar a sua própria história nesse universo ao explorar cada canto da Via Láctea, o que nos leva ao nosso próximo tópico.
A imensidão das galáxias
Starfield traz umas das maiores tentativas de recriar a Via Láctea nos videogames, trazendo um universo totalmente explorável com uma dezenas de sistemas e com mais de 1000 planetas únicos, sendo um imenso sandbox onde podemos viver nossa fantasia de explorador galáctico. Ao mesmo tempo que isso é uma das grandes qualidades de Starfield, também acaba se tornando um dos seus maiores defeitos.

Como já é de conhecimento público a esse ponto, boa parte dos planetas de Starfield utiliza de geração procedural, ou seja, dentro os mil planetas disponíveis no game, apenas aqueles onde acontecerão missões possuem de fato um level design desenvolvido pela Bethesda, enquanto o restante desses planetas e sistema foi gerado de forma procedural. Isso faz com que a maioria esmagadora desses planetas onde não haverão missões sejam um grande espaço vazio, que terão as únicas serventias de servirem para coleta de recursos e registrar potenciais espécies de fauna e flora alienígenas e/ou servirem como umas de nossas bases, já que Starfield herdou o sistema de gerenciamentos de bases de Fallout 4, que está expandido e absurdamente melhorado.
A situação também não é das melhores para os planetas em que tiveram um “dedo” da Bethesda, já com exceção dos locais onde estão localizadas as bases que devemos interagir durante as missões que acontecerão naqueles planetas, o exato mesmo problema se repete. Claro, estamos falando de planetas inteiros e não de ruas ou vilarejos como em Fallout ou Skyrim, mas parte da magia dos jogos da Bethesda vinha de estar enfrentando uma onda gigante de inimigos, ver algum prédio na mesma rua em que está a base inimiga, e dar um leve desvio no caminho para explorar o que tem alí.


Esse sentimento se faz presente nas grandes cidades, que essas sim, recriam com maestria toda a vibe única dos jogos da Bethesda, e tenta ser replicado enquanto exploramos o universo de nossa nave. Sim, ele tenta, pois por mais que o universo de Starfield reserve dezenas de eventos e interações únicas, boa parte disso fica ofuscado pela quantidade absurda de menus que teremos que enfrentar constantemente.
Por mais que viajar pela galáxia seja muito maneiro e faça parte da fantasia, que inclusive, foi absurdamente melhorado com a chegada do Modo Cruzeiro que nos permite ativar o modo de piloto automático em algumas situações (falarei jaja sobre isso), evidentemente precisaríamos de um sistema de fast travel entre os diferentes sistemas espalhados pela galáxia, o que por si só, não seria um problema. O problema está na quantidade de menus e burocracia para que o fast travel de fato funcione.
Podemos nos locomover para qualquer sistema dentro da Via Láctea através do mapa do universo, desde que nossa nave tenha um núcleo gravitacional que nos permita dar um salto gravitacional. O problema mora na burocracia necessária para acessar sistemas ainda não descobertos e até mesmo em como o game parece constantemente estar em guerra com seus próprios sistemas.
Por exemplo, para acessarmos um novo sistema, será necessário estabelecer uma nova rota até ele, o que muitas vezes não é um problema, mas outras nos exigirá teleportar para um sistema próximo já descoberto, abrirmos novamente o menu do mapa, para aí sim podermos acessar esse sistema ainda não descoberto. O modo cruzeiro também é um recurso que pode ser ignorado pro boa parte do tempo, já que só é possível ativar o piloto automático ao viajar para planetas dentro do mesmo sistema.

Está no modo cruzeiro e decidiu mudar o objetivo para uma missão em outro planeta em outro sistema? Pois bem, o jogo irá te obrigar a sair do modo cruzeiro para ai sim te permitir executar o salto gravitacional através do menu de fast travel, embora o próprio jogo te leve até ele enquanto estiver com o modo cruzeiro ativado apenas para te avisar que é necessário sair do modo cruzeiro primeiro. Confuso, né?
Apesar desses pequenas grandes deslizes, se tem algo que Starfield acertou EM CHEIO no que diz respeito a exploração espacial são as suas naves, oferecendo uma enorme variedade de naves diferentes pré-construídas, além de claro, permitir que o jogador crie as suas próprias aberrações movidas a propulsores.

Podemos modificar e adicionar novas peças em nossas naves, como núcleos, armas, propulsores e compartimentos de carga, que podem ser utilizados para carregar cargas de contrabando, algo que será especialmente útil para quem decidir seguir o caminho da pirataria espacial. Também é possível modificar o interiores de nossas naves, nos permitindo dar aquele toque especial.
Os controles da nave também são simplesmente sensacionais, sendo extremamente responsivos e de fácil aprendizado, contribuindo imensamente para a imersão. As batalhas no espaço são simplesmente um show a parte, exigindo que o jogador faça manobras arriscadas e se prove como um verdadeiro piloto para derrotar naves de níveis mais alto. Ou você ppde simplesmente gastar centenas de milhares de créditos e ter as melhores peças, também é uma estratégia válida.

É claro, nosso personagem também irá evoluir durante a jornada, contando com uma árvore de habilidades bem parecida com o sistema SPECIAL de Fallout 4. Em Starfield, nosso personagem terá 5 árvores de habilidades diferentes, com cada uma focando em aspectos diferentes de nossa evolução.
Por exemplo, a barra Social contém habilidades de persuasão, intimidação e descontos em loja, já físico contém habilidades para aumentar a nossa vida máxima, peso máximo, etc.

Ao subirmos de nível ganharemos 1 ponto de habilidade para ser gasto em qualquer uma dessas árvores. Assim como em Fallout 4, para liberar habilidades mais avançadas de cada uma das árvores, será necessário gastar pontos em habilidades de níveis anteriores a ela. Todas as habilidades possuem 4 níveis, que serão desbloqueados conforme executamos algumas ações.
Por exemplo, o nível 2 da habilidade que aumenta o nosso limite de peso só será liberada para ser desbloqueada após andarmos com um peso próximo do peso máximo atual por uma certa quantia de tempo. Ao ser liberado, podemos gastar 1 ponto de habilidade para evoluir essa habilidade para o nível, se repetindo o processo para desbloquear o nível 3.
O sistema de habilidades conversa até que muito bem com as mecânicas de combate, que possui um enorme arsenal de armas branca e armas de fogo, indo desde pistolas e facas conveniais até rifles a laser, armas que parecem terem saído diretamente de uma nave espacial alienígena e outras “monstruosidades” iradas!

Infelizmente, o mesmo não se pode ser dito do sistema de inteligência artificial dos inimigos, o que nos leva ao nosso último tópico…
Bugs e problemas de performance
A versão de PS5 de Starfield infelizmente sofre com alguns problemas, alguns deles já conhecidos pela comunidade de Starfield desde o seu lançamento para Xbox e PC, outros que dizem respeito exclusivamente ao console da Sony.
Entre os problemas herdados do lançamento original está a péssima IA dos NPCs, o que inclui os nossos companions, que parecem estar no modo kill a todo o momento. São raras as ocasiões em que os inimigos irão tentar buscar cobertura ou te emboscar pelos flancos, ou que simplesmente o seu companion não irá iniciar um confronto desnecessário dando o primeiro tiro, além de simplesmente não acrescentarem em absolutamente nada em boa parte dos confrontos, por muitas vezes chegando até a mais atrapalhar do que ajudar.
O game também sofre de problemas de performance mesmo no PS5 Pro, plataforma usada para essa análise. Mesmo ao utilizar o modo performance, o game possui uma taxa de frames extremamente inconsistente, principalmente em áreas com maior concentração de inimigos ou nas grandes cidades. Claro, é esperado que os problemas de performance sejam corrigidos com o passar do tempo, assim como os problemas de crash que foram um verdadeiro tormento durante os primeiros dias, mas até então, Starfield tem dado trabalho até mesmo para o console premium da Sony.
Um universo problemático, porém divertido
Starfield é um game extremamente ambicioso que mostra a que veio desde as suas primeiras horas, e talvez essa sua ambição seja o seu grande calcanhar de Aquiles, Misturar a fórmula clássica da Bethesda com um imenso sandbox foi uma ideia extremamente ousada, que definitivamente rendeu muitas qualidades mas também uma enorme lista de problemas.
Ao mesmo tempo em que Starfield com certeza irá agradar aquela parcela de jogadores que prioriza a jornada e a imersão acima de qualquer coisa, principalmente pelo seu vasto universo totalmente explorável e a enorme quantidade de missões secundárias e elementos de sandbox, o game definitivamente irá desapontar aqueles que buscam um fim de jornada que seja tão recompensador quanto todo o caminho que o levou até ali, algo que definitivamente não é o que boa parte dos fãs da Bethesda esperam ouvir.
Sendo um jogador que fica no meio termo dessas duas esferas, confesso que Starfield me divertiu muito mais do que imaginaria que fosse me divertir, sendo honestamente uma grata surpresa, já que apesar dos diversos problemas, Todd Howard conseguiu mais uma vez me fisgar graças a construção de universo fantástica e o sendo de liberdade única, que sempre foram e continuam sendo os grandes trunfos dos RPGs da Bethesda.
Essa review de Starfield foi produzida através de uma chave de review do game para PS5, gentilmente cedida pela Bethesda
O Review
Starfield
Starfield entrega uma experiência sólida e imersiva, dando asas a fantasia de se tornar um explorador espacial em um universo extremamente denso e rico em detalhes e histórias únicas para serem vividas. Porém, o game acaba tropeçando em sua própria ambição, contendo uma série de problemas que podem afastar os jogadores que não se encantem pelo aspecto de sandbox de Starfield
PRÓS
- Liberdade e imersão que alimentam a fantasia de exploração espacial
- Construção de universo primorosa
- Gameplay com a nave acessível e extremamente divertido
- Sistema de construção de bases e customização de naves agregam positivamente a experiência
CONTRAS
- Problemas de performance mesmo no PS5 Pro
- Narrativa e diálogos deixam a desejar
- Excesso de menus para executar ações simples






