Quando as luzes da sala começam a se apagar e a trilha da Nintendo toma conta do cinema, poucos esperam que a festa ainda não acabou quando os créditos sobem. Mas Super Mario Galaxy, um dos lançamentos mais aguardados de abril, guarda duas surpresas para quem tiver paciência de ficar até o fim.
O filme acompanha Mario em uma missão que vai muito além do Reino dos Cogumelos: desta vez, o encanador enfrenta um novo vilão numa aventura intergaláctica que arrasta consigo velhos amigos e novas ameaças. A produção se firma como um dos grandes eventos do cinema neste mês e já conquista quem cresceu com o personagem nas mãos, mas também quem chegou zerado à franquia.
As cenas pós-créditos de Super Mario Galaxy
A primeira aparece logo no começo dos créditos. Bowser e Bowser Jr. estão presos, pagando pelo que fizeram ao longo da história, quando uma Luma aparece no momento em que os dois tentam escapar. O espírito estelar então começa um discurso que paralisa os vilões, deixando pai e filho completamente tomados pelo medo. É engraçado, inesperado e funciona bem como desfecho cômico para os dois.

Ela apresenta o macaco fujão tentando escapar com objetos roubados de outros personagens, quando acidentalmente esbarra em Daisy, conhecida nos jogos como o interesse amoroso de Luigi. O encontro é breve, mas claramente planta uma semente para algo maior no próximo capítulo da franquia. Difícil saber exatamente para onde isso vai, mas a intenção de expandir o universo está ali, bem na sua frente.
Vale esperar até o final?
Sim, sem hesitar. As duas cenas têm propósitos diferentes: uma entrega um alívio cômico satisfatório, a outra acena para o futuro. Nenhuma é do tipo que vai mudar a forma como você viu o filme, mas ambas funcionam bem dentro do tom que a produção estabelece ao longo de sua duração.
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Super Mario Galaxy confirma que a Nintendo e seus parceiros aprenderam a lição do cinema de franquias: o jogo não termina quando os créditos começam. Quem sair antes perde e, neste caso, perde em dois tempos.






